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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Baluarte contra Irã': Trump planeja reanimar 'OTAN árabe' para confrontar Teerã

Washington está avançando com o estabelecimento da "OTAN árabe", a aliança para a segurança e política, cujo objetivo é combater o Irã, informou o canal iraniano Press TV.


Sputnik

O Press TV informou, citando fontes bem informadas, que os EUA esperam desempenhar um papel de organizador e apoiador na Aliança Estratégica do Oriente Médio (MESA, na sigla em inglês), não sendo membro dessa organização, que vai incluir seis países do golfo Pérsico, bem como o Egito e a Jordânia. 

Presidente dos EUA Donald Trump mostra um gráfico com vendas de armas à Arábia Saudita durante o encontro com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman Mohamed, Estados Unidos, 20 de março de 2018
Príncipe saudita Mohammed bin Salman Mohammed e Donald Trump © AP Photo / Evan Vucci

A MESA foi apresentada pela primeira vez pelo presidente dos EUA Donald Trump durante sua visita à Arábia Saudita do ano passado.

As fontes acrescentaram que a administração Trump planeja discutir os detalhes do projeto durante as negociações a alto nível com os membros da MESA, previstas para os meados de outubro em Washington.

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA (NSC) da Casa Branca, citado pelo Press TV, disse que "a MESA vai servir como o baluarte contra o Irã", que, por sua vez, pode ser entravado pelo conflito diplomático entre o Qatar e outros quatro países da região: Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Bahrein.

Comentando esse conflito e a pressão de Riad sobre a "mudança de regime" no Qatar, Bruce Riedel, ex-funcionário da CIA, do Pentágono e do NSC, avisa que o conceito do OTAN árabe "está caindo aos pedaços".

"Claro que os sauditas podem não ter o poder para forçar a mudança do regime, mas é isso que eles querem. Um período muito perigoso", explicou ele.

A Arábia Saudita, juntamente com os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito, impuseram sanções diplomáticas e comerciais ao Qatar em junho de 2017 sob a acusação de que Doha apoia o Irã e os extremistas islâmicos. O Qatar nega a acusação e diz que há uma tentativa de interferir em sua política externa.

Mais tarde, os países árabes apresentaram um ultimato a Doha, exigindo o cumprimento de 13 exigências, incluindo a redução das relações diplomáticas com o Irã, o fechamento de uma base militar turca no país e o encerramento da emissora Al-Jazeera. Mais do que isso, o Qatar deve deixar de apoiar os terroristas. O Qatar negou todas as acusações dos países vizinhos e declarou que a lista de demandas é irrealista e prejudica a sua soberania.

Quanto ao Irã, as relações entre Washington e Teerã se agravaram em meados deste ano, quando os Estados Unidos saíram unilateralmente do acordo nuclear iraniano, voltando a introduzir sanções, anteriormente suspensas, contra o Irã.

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