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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Coalizão liderada pelos EUA ataca civis no leste da Síria

A aviação da coalizão internacional liderada pelos EUA bombardeou civis da povoação de Al-Sousa na província de Deir ez-Zor, provocando mortos e feridos.


Sputnik

Segundo informa a agência estatal síria SANA, citando fontes locais, o ataque provocou mortos e feridos.

Ataque aéreo da coalizão internacional na Síria (foto de arquivo)
Ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA na Síria © AP Photo / Bram Jansse

"A aviação da Coalizão internacional realizou ataques aéreos contra um grupo de moradores locais que fugiam de Al-Sousa, nos arredores de Al-Bucamal, em direção do deserto, tentando escapar do bombardeio da coalizão e de ataques dos terroristas do Daesh que controlam a povoação; isso causou vários mortos e feridos entre eles [os civis]", escreve a agência citando fontes locais.

Até o momento não se conhece o número de vítimas.

A Chancelaria russa tem declarado reiteradamente que as ações dos Estados Unidos e da coalizão internacional na Síria são realizadas sem permissão e coordenação com o governo legítimo do país árabe e sem haver uma resolução da ONU.

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