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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coreia do Sul e EUA retomarão busca de militares desaparecidos

Comandos militares da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e dos EUA acordaram hoje a retomada da busca dos soldados considerados desaparecidos nesta região durante o período de guerra 1950-1953.


Por Benito Joaquín | Prensa Latina
Panmunjom, RPDC - O ato ficou pactuado durante os diálogos com os quais se retomaram os encontros de alto nível entre chefes militares de Pyongyang e Washington, suspensos há anos, soube a Prensa Latina.


Durante o primeiro triênio da segunda metade do século passado morreram mais de 33 mil soldados e oficiais estadunidenses, segundo cifras oficiais.

Os restos mortais de cerca de 16 por cento desse total de militares mortos não foram encontrados nas buscas realizadas na RPDC entre 1996 e 2005 ou anteriormente.

Os especialistas forenses só detectaram nos antigos palcos de guerra ao norte daqui, os restos de aproximadamente 220 militares norte-americanos.

Em Washington, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assegurou que 16 por cento dos corpos dos que morreram nessa guerra nunca foram recuperados.

Opinou que os diálogos entre os generais da RPDC e EUA foram 'produtivos e cooperativos, e resultaram em firmes compromissos'.

O chefe negociador dos EUA às referidas conversas e responsável pelo Estado Maior do comando da ONU estabelecido na Coreia do Sul, tenente general Michael Minihan, afirmou que o diálogo terá continuidade nesta segunda-feira.

Na ocasião, deve ser redefinido o roteiro para a busca de aproximadamente 5.500 mil militares norte-americanos considerados ainda desaparecidos porque seus corpos não foram encontrados.

Também organizar a transferência para os EUA dos mais de 200 restos mortais de militares estadunidenses encontrados nos campos de combate de mais 65 anos atrás e que estão sob custódia de Pyongyang.

No dia 12 de junho, na reunião desenvolvida na capital de Singapura entre os presidentes Kim Jong-un e Donald Trump, acordaram recuperar os restos dos militares norte-americanos falecidos durante o conflito armado nesta península.

Também uma imediata repatriação dos já identificados, segundo o expresso em um acordo divulgado na oportunidade, entre outros assuntos.

Os governantes da RPDC e dos EUA trocaram na semana passada elogios pelos esforços comuns realizados pessoalmente para melhorar os vínculos bilaterais e implementar de boa fé o comunicado conjunto subscrito em Singapura.

Igualmente sublinharam a sincera aproximação recíproca centrada na abertura de um novo futuro entre a RPDC e os Estados Unidos.

Nesta região existe tecnicamente um conflito bélico porque aquela sangrenta guerra (1950-1953) não cessou por um acordo de paz.

Em 27 de julho de 1953 foi pactuada pelas partes em conflito uma trégua sob a égide de um denominado armistício, ainda em vigor juridicamente e reconhecido pelos beligerantes.

O mais recente encontro entre chefes militares de alta nomenclatura dos dois países teve lugar nesta indevidamente chamada zona desmilitarizada há nove anos.

Aquela ruptura se produziu após despedaçar-se as negociações entre Rússia, China, Japão, Coreia do Sul, EUA e a RPDC.

Então as delegações buscavam a desnuclearização da península coreana e o cancelamento dos ensaios atômicos que a RPDC realizava com caráter persuasivo e defensivo.

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