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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Coreia do Sul manifesta protesto por causa de voo de aviões militares russos

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul pediu ao adido militar russo, Andrei Falileev, para que comparecesse na entidade, devido ao voo de caças estratégicos Tu-95MS que, segundo assegura a parte sul-coreana, teriam violado sua zona de reconhecimento de defesa antiaérea, comunica a mídia do país asiático.


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"A invasão por parte dos aviões russos da zona de reconhecimento da defesa antiaérea não contribui para os esforços de estabilização da situação na península coreana e na Ásia do Nordeste. Devido ao fato de haver risco de colisão no ar, pedimos que a Rússia reconheça o caráter sério do incidente e tome medidas para não deixar que nada parecido aconteça no futuro", escreve a agência Yonhap, citando um comunicado do ministério sul-coreano.

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Tupolev Tu-95 MS | Reprodução

Além disso, a chancelaria do país expressou seu descontentamento pelo incidente a Maksim Volkov, segundo posto na embaixada russa em Seul.

Mais cedo, a agência informou, citando o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, que aviões estratégicos russos haviam entrado na zona de reconhecimento da defesa antiaérea do país quatro vezes, ficando lá por cerca de 20 minutos, mas a deixaram após receber uma notificação.

De acordo com os militares sul-coreanos, não é a primeira vez que os aviões ultrapassam essa fronteira neste ano, mas foi a primeira vez que o fizeram quatro vezes em um só dia.

Já o Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, disse à Sputnik que dois Tu-95MS haviam realizado os voos planejados por cima das águas neutras do mar do Japão e mar Amarelo, bem como na parte ocidental do Pacífico.

Enquanto isso, em certos trechos da sua rota foram acompanhados por caças sul-coreanos e japoneses. Durante o voo, as tripulações russas treinaram também o reabastecimento em voo.

Todos os voos se efetuaram em restrita concordância com as regras internacionais, sem violação das fronteiras de outros Estados, ressaltou a entidade militar russa.

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