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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Donetsk: Forças Armadas ucranianas atacam posições de unidades nacionalistas em Donbass

As Forças Armadas da Ucrânia atacaram as posições da organização extremista Setor de Direita (proibida na Rússia) e da unidade neonazista Batalhão Azov, informou a assessoria de imprensa do comando operacional da autoproclamada República Popular de Donetsk.


Sputnik

O incidente ocorreu na povoação de Lebedinskoe, que fica no território controlado por Kiev. Os disparos causaram a morte de três integrantes das organizações nacionalistas, mais cinco ficaram feridos.

Soldados ucranianos sobre o veículo blindado no Leste da Ucrânia
Tropa ucraniana © AFP 2018 / ALEXANDER KHUDOTEPLY

Segundo detalhou o porta-voz do comando operacional de Donetsk, Daniil Beznosov, as unidades nacionalistas foram colocadas em estado de máxima prontidão de combate.

Além disso, instrutores estrangeiros chegaram às posições do Setor de Direita para treinar os combatentes a resistirem a provocações armadas por parte das Forças Armadas da Ucrânia. Ao convidar instrutores, o comando do Setor de Direita garante dessa forma que as tropas ucranianas não atacarão as zonas onde se encontram cidadãos estrangeiros, explicou Beznosov.

Anteriormente, um representante das Forças Armadas da Ucrânia afirmou que na zona de combate em Donbass só podem estar militares regulares. Porém, a decisão de retirar da região as unidades nacionalistas resultou em confrontos com estas últimas.

Azov é um dos assim chamados batalhões de voluntários, que eram financiados por fontes privadas e participaram da operação militar em Donbass. Posteriormente, as autoridades ucranianas declararam que no país não devem existir grupos armados irregulares, propondo que passassem a fazer parte das Forças Armadas ucranianas.

O Setor de Direita é uma unidade ucraniana de organizações radicais nacionalistas que desde 2014 é considerado na Rússia organização extremista proibida.

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