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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Embaixador russo: eliminação de terroristas no sul da Síria é questão de dias

O Embaixador da Rússia na Síria, Aleksandr Kinshak, disse que a liquidação completa dos terroristas no sul do país árabe deve acontecer em poucos dias.


Sputnik

"No início do mês passado foi iniciada a operação antiterrorista no sudeste do país, que se desenvolve com sucesso e está perto do fim. O objetivo de eliminar as organizações terroristas já é questão de semanas ou mesmo dias. Porque tudo está evoluindo muito rápido. Nesse ritmo, a Síria ficará livre no futuro próximo", disse Kinshak.

Soldados do Exército Sírio em um BMD-1 no campo de refugiados palestinos liberados de Yarmouk, ao sul de Damasco
Tropas sírias © Sputnik / Mikhail Voskresenskiy

O diplomata também afirmou que Rússia e EUA podem cooperar na Síria após o fim dos conflitos.

"Isso [retorno à paz] exigirá uma reconstrução complexa de toda a economia síria após o conflito, bem como do setor social. O governo síria está cuidando disso… mas essa é só uma gota no oceano. Será necessária ajuda externa. Aqui a Rússia e os EUA, se entrarem em um acordo, podem fazer muito", disse o embaixador em entrevista à emissora Rossiya 24.

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