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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Estados Unidos pretendem colocar armas no espaço 'custe o que custar', diz mídia

Os Estados Unidos querem implantar no espaço,"custe o que custar", armas e sensores espaciais para detectar lançamentos de mísseis, segundo a versão final do orçamento de defesa para 2019, escreve o portal Drive.


Sputnik

Segundo detalha o Drive, o Congresso exige colocar os armamentos no espaço perto da Terra mesmo que isso contradiga a estratégia nacional de defesa antimíssil e a opinião de diversos responsáveis militares estadunidenses.

Um satélite
CC0 / PIRO4D / Satélite

A versão do orçamento de 716 bilhões de dólares (R$ 2.656 bilhões) já foi aprovada por ambas as câmaras e deve agora ser aprovada pelo presidente Donald Trump.

Os sensores entrarão em serviço até 2022 para vigiar certas partes do mundo e países concretos, por exemplo, o Irã e a Coreia do Norte, de acordo com o portal.

Nas décadas anteriores, os Estados Unidos já desenvolveram a Iniciativa de Defesa Estratégica, informalmente conhecida como Star Wars (Guerra nas Estrelas) e anunciada em 1983 pelo então presidente Ronald Reagan. O programa visava garantir a supremacia dos EUA no espaço por meio de instalação de armamentos espaciais, capazes de interceptar mísseis balísticos.

Comentando a aprovação do novo orçamento de defesa americano, a chancelaria russa afirmou que um confronto militar no espaço pode ser tão perigoso quanto a corrida armamentista nuclear.

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