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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

EUA negam que planejaram invadir Venezuela, mas não descartam opção militar

Os Estados Unidos negaram hoje que o Governo do presidente Donald Trump chegou ao ponto no ano passado de planejar uma invasão militar da Venezuela, mas reconheceu que a opção continua sendo analisada como uma de muitas possíveis ferramentas para "ajudar o povo venezuelano a recuperar a democracia".


EFE

Washington - "Não houve uma invasão planejada", disse à Agência Efe um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca (NSC, em inglês), órgão encarregado de centralizar a política externa, militar e de inteligência de Washington.

EFE/Yuri Gripas
EFE/Yuri Gripas

A fonte ressaltou, apesar disso, que os EUA vão continuar considerando "todas as opções que tem disponíveis", incluindo a via militar, "para ajudar o povo da Venezuela".

O porta-voz, que pediu o anonimato, reagia assim aos relatórios de imprensa divulgados nesta quarta-feira, segundo os quais Trump levantou em agosto do ano passado com alguns de seus principais assessores a possibilidade de invadir a Venezuela.

A fonte confirmou que Trump perguntou pela via militar, mas disse que o que queria era "pedir opções" para a equipe a fim de ter um leque entre o que escolher em relação ao "desastre humanitário que estava acontecendo na Venezuela".

"Perguntou sobre a opção militar, sobre a ajuda humanitária, sobre as sanções, sobre a cooperação internacional contra o regime (do presidente venezuelano, Nicolás) Maduro. Foi uma (opção) dentro de uma série de coisas diferentes", explicou o porta-voz.

O funcionário não esclareceu se houve conversas sérias sobre a possibilidade de uma invasão.

"O importante é que os EUA não fizeram ações militares por enquanto na Venezuela, embora vão continuar considerando todas as opções, porque nenhum Governo americano as descartaria em uma situação como a do país sul-americano", insistiu.

O porta-voz qualificou algumas informações que surgiram na imprensa sobre o tema de "sensacionalistas", porque chegam muitos "meses depois do episódio e se centram apenas em uma das opções" que os EUA consideraram, sem fixar-se na sua atuação na prática.

"O presidente Trump motivou a comunidade internacional para que trabalhe unida para pressionar a ditadura de Maduro a fim de mudar o seu comportamento autocrático", disse o porta-voz.

A fonte destacou as sanções internacionais impostas ao Executivo de Maduro e os US$ 30 milhões em ajuda humanitária que os EUA concederam para os refugiados venezuelanos na região.

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