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Militares russos tornam usina nuclear invisível

Unidades das Forças Armadas da Rússia especializadas na Defesa Radiológica, Química e Biológica tornaram invisível a usina nuclear de Smolensk, escondendo-a em uma nuvem de aerossol de grafite, disse aos repórteres na quarta-feira (19) um representante do Ministério da Defesa.
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"Pela primeira vez, foi utilizada uma composição em forma de aerossol que opera não só na faixa visível do espectro de radiação eletromagnética mas também na de infravermelhos" - afirmou um representante.

Fluxos de gás quente à base de grafite são pulverizados a fim de criar uma cortina de camuflagem. Para criar uma nuvem de aerossol sobre uma área de dois quilômetros quadrados, foram necessárias cinco máquinas térmicas de fumaça TDA-3, informou o representante.

Os exercícios militares começaram na usina nuclear de Smolensk no dia anterior. Neles participam mais de 600 militares, pessoal civil da fábrica e mais de 200 unidades de equipamentos militares e especiais. Anteriormente, as unidades de gue…

Governo do Irã diz que diálogo com EUA só ocorrerá se Washington retornar a acordo nuclear

Para abrir o caminho a novas negociações com Teerã, os Estados Unidos devem voltar primeiro para o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), também conhecido como acordo nuclear iraniano, segundo afirmou uma fonte do governo da república islâmica nesta segunda-feira.


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"Retornar ao JCPOA é uma condição obrigatória para o diálogo [entre EUA e Irã]", afirmou Hamid Aboutalebi, conselheiro do presidente Hassan Rouhani, respondendo a declarações anteriores do presidente norte-americano, Donald Trump.

Parlamentares iranianos queimam papeis com a bandeira norte-americana e a cópia do acordo nuclear após a decisão de Trump de sair do acordo, em 9 de maio
Parlamentares iranianos © AP Photo

Mais cedo, o chefe de Estado dos EUA afirmou que estava pronto para encontrar os líderes iranianos, sem qualquer condição prévia, assim que eles quisessem, pois acreditava em encontros, sobretudo quando há a possibilidade de uma guerra em jogo.

Na última semana, Trump e Rouhani trocaram ameaças bastante sérias, com o governante americano prometendo que o Irã sofreria consequências do tipo que poucos, na história, há haviam sofrido.

Em maio, Trump anunciou a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear iraniano, assinado em 2015, em Viena, por Teerã e membros do grupo conhecido como P5+1, formado por EUA, Reino Unido, China, Rússia e Alemanha. Segundo ele, o acordo não era bom o suficiente e também poderia não estar sendo respeitado por parte dos iranianos, apesar das provas fornecidas pelo país e das avaliações de especialistas internacionais. Ao deixar o JCPOA, Washington adotou novamente uma série de sanções contra o Irã, que haviam sido retiradas diante da promessa de Teerã de manter a natureza pacífica de seu programa nuclear.

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