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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Israel ameaça Gaza com 'operação militar grande e dolorosa'

O ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, alertou sobre uma possível "grande e dolorosa" operação militar na Faixa de Gaza, acusando o Hamas de provocá-la.


Sputnik

Por meio da força militar, sanções econômicas e ameaças verbais, os israelenses estão tentando impedir os islamistas de lançarem balões e pipas com dispositivos incendiários que causam inúmeras queimadas em áreas da fronteira do Estado judeu.

Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza (foto de arquivo)
Tanque israelense dispara contra a Faixa de Gaza © AP Photo / Baz Ratner

"Os jornais escrevem que as guerras não começam por causa de pipas e incêndios, mas qualquer pessoa sã que veja um bosque ou milhares de dunums [unidade de medida de área] de terras agrícolas, concordará que essa situação é anormal", disse Lieberman aos repórteres durante viagens à cidade fronteiriça de Sderot.

"Os líderes do Hamas estão nos levando a uma situação em que não teremos escolha quando tivermos que conduzir uma operação militar grande e dolorosa", advertiu.

O ministro avisou que a nova campanha poderia ultrapassar o âmbito e as consequências da última grande operação em Gaza, que há quatro anos atrás tirou a vida de mais de 2 mil palestinos e 70 israelenses.

Ele orientou os moradores do enclave a exercer pressão sobre seus governantes e forçá-los a parar de provocar incêndios e distúrbios nas fronteiras.

Respondendo a uma pergunta de um dos jornalistas, Lieberman deixou claro que Israel não conduz negociações diretas com o Hamas sobre a Faixa de Gaza, mas está em contato com todas as "partes relevantes", incluindo o Egito e o enviado especial da ONU para o Oriente Médio, Nikolai Mladenov, que, segundo a mídia, está tentando neutralizar a situação.

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