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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Moscou: Instabilidade no Oriente Médio é resultado de aventuras militares da OTAN

A instabilidade na região do Oriente Médio é resultado de aventuras militares dos aliados da OTAN, disse a representante do ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


Sputnik

"A OTAN, notando a instabilidade na região do Oriente Médio e no Norte da África, bem como as ameaças que vêm dela, e expressando preocupação com o crescimento do terrorismo internacional, parece não perceber o fato da situação ser resultado de aventuras militares de membros desta aliança", disse Zakharova.

Soldados norte-americanos em centro da OTAN no Leste Europeu
Militares norte-americanos © AFP 2018 / Petras Malukas

Além disso, Zakharova afirmou que Moscou considera os exercícios militares Sea Breeze, envolvendo tropas dos Estados Unidos e da Ucrânia, uma tentativa de desestabilizar a situação no Mar Negro.

"Acreditamos que os exercícios são uma tentativa de provocar novas tensões. Neste caso, não apenas no sudeste da Ucrânia, mas no Mar Negro em geral", disse a diplomata.

Zakharova alertou que a responsabilidade por possíveis consequências negativas das manobras recai sobre os países que envolvem a Ucrânia em "jogos perigosos" e que não param de acusar a Rússia de supostamente ameaçar a estabilidade regional.

Os exercícios navais Sea Breeze começaram no dia 9 de julho na província ucraniana de Odessa e mobilizaram milhares de soldados de 19 países.

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