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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem espalhadas por Mossul

Oito milhões de toneladas de explosivos seguem disseminadas na cidade de Mossul, a segunda mais importante do Iraque, um ano depois de ter sido libertada do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) pelo Exército iraquiano com o apoio das forças internacionais.


EFE

Genebra - Assim indica um estudo publicado nesta segunda-feira pela ONG suíça Handicap International (HI), especializada na atenção a pessoas descapacitadas por causa de conflitos, catástrofes ou situações de grave exclusão.

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Mossul, Iraque | Reprodução

A investigação feita por essa organização estabeleceu, por exemplo, que só no hospital de Al-Shifa de Mossul, há 1,5 mil restos de explosivos.

Entre outubro de 2016 e julho de 2017, mais de 1,7 mil ataques aéreos e 2,8 mil explosões afetaram a cidade, deixando uma quantidade sem precedentes de restos explosivos de guerra, aos quais se somaram as bombas artesanais plantadas como armadilha pelos jihadistas.

A HI lembra que ainda hoje os acidentes são vários e que há zonas inteiras da cidade que continuam inacessíveis, já que estão contaminadas por explosivos.

No último ano, a ONG registrou um total de 127 acidentes com explosivos que deixaram 186 vítimas na província de Ninawa, da qual Mossul é capital, um número que considera "muito abaixo da realidade".

O estudo adverte que as consequências para a população civil são graves, já que tais explosões podem causar lesões permanentes e amputações.

Além disso, a presença em massa de restos de explosivos na cidade impede que a população possa retomar uma vida normal depois de ter estado três anos sob domínio jihadista.

Segundo o estudo, em 15 de maio, 57% dos deslocados originais da província de Ninawa não tinham previsto voltar aos seus lares, sendo que 22% deles citavam a presença de explosivos como razão principal.

A ONG pediu à comunidade internacional que admita sua responsabilidade perante esta situação, gerada pela "desproporção dos ataques realizados e a importância das armadilhas que representam os explosivos improvisados e que fazem de Mossul uma das cidades mais minadas do mundo", indicou em comunicado.

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