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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Por que caças F-22 estadunidenses não se aproximaram dos bombardeiros russos Tu-95?

O Ministério da Defesa da Rússia revelou as ações dos pilotos de caças F-22 da Força Aérea dos EUA, que acompanharam bombardeiros russos Tu-95 sobre águas neutras. O especialista em aviação, Viktor Pryadka, opinou por que os pilotos estadunidenses agiram de forma correta.


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Segundo informa o jornal das Forças Armadas da Rússia, Krasnaya Zvezda, pilotos de caças F-22A da Força Aérea dos EUA se comportaram corretamente ao acompanhar bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS sobre águas neutras.

Bombardeiro estratégico russo Tu-95MS
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 © Sputnik / Anton Denisov

Mais anteriormente, Ministério da Defesa russo relatou que os bombardeiros Tu-95MS e aviões antinavio Tu-142 efetuaram voo planejado com sucesso sobre águas neutras, treinando reabastecimento no ar e sendo escoltados em uma parte da rota por dois caças estadunidenses.

Conforme os pilotos russos, os norte-americanos levaram em consideração que as tripulações da Rússia estavam efetuando voo em conformidade total com as regras internacionais, visto que os aviões dos EUA não chegaram a realizar nenhuma ação agressiva contra aeronaves russas.

Para comparar, aviões russos já foram escoltados anteriormente por quatro ou até cinco caças do Japão, dos EUA e da Coreia do Sul, em constante intercalação, mas desta vez foram só dois caças norte-americanos.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Viktor Pryadka explicou por que os norte-americanos se comportaram assim.

"Os caças F-22A são relativamente novos, acho que os pilotos têm pouca experiência e por isso efetuaram voo de treinamento, acostumando-se a ficar perto de aviões grandes, treinando o sistema de pontaria de seus mísseis e verificando equipamento radioeletrônico", ressaltou.

Para ele, os norte-americanos, assim que recebem sinal de que aviões russos estão no ar, logo são ordenados a decolar do aeródromo mais perto, calculando o tempo da aproximação e reserva de combustível para poderem voltar ao aeródromo após a escolta.

Em 11 de maio, bombardeiros estratégicos Tu-95MS da Força Aeroespacial da Rússia e aviões antinavio de longo alcance Tu-142 da Marinha russa efetuaram voo planejado com sucesso sobre as águas neutras do oceano Ártico, mar de Bering e de Okhotsk. As tripulações russas completaram todas as tarefas de patrulhamento aéreo.

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