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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Presidente iraniano: EUA devem saber que a 'guerra com Irã será a mãe de todas as guerras'

No domingo (22), presidente do Irã, Hassan Rouhani, advertiu os Estados Unidos destacando que a paz com o Irã será vital para as políticas de Washington.


Sputnik

O presidente do Irã advertiu o presidente norte-americano, Donald Trump, contra políticas hostis em relação a Teerã, declarando que "EUA devem saber [… ] que a guerra com o Irã será a mãe de todas as guerras".

Forças Armadas do Irã no desfile militar do 37º aniversário da invasão do Iraque ao Irã em 1980
Militares iranianos em desfile © AP Photo/ Ebrahim Noroozi

"Mister Trump, não brinque com a cauda do leão, só se irá arrepender", declarou Rouhani, citado pela agência Reuters.

Ontem, o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, criticou os EUA, afirmando que é impossível chegar a qualquer acordo com Washington.

As tensões entre o Irã e os EUA se agravaram depois que em 8 de maio Donald Trump anunciou sua decisão de abandonar o acordo nuclear com o Irã e aplicar novas sanções econômicas contra Teerã. Muitos outros países, incluindo a Rússia, a China e a UE, se manifestaram contra a decisão dos EUA e prometeram manter o pacto. O Irã também reafirmou seu compromisso com o acordo, sublinhando que poderá aumentar sua capacidade nuclear caso o entendimento colapse.

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