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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Putin e Trump falaram de referendo no leste da Ucrânia, afirma embaixador

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Donald Trump, falaram durante a cúpula de Helsinque sobre a possibilidade de realizar um referendo no leste da Ucrânia como via de solução para o conflito, disse nesta sexta-feira em Moscou o embaixador russo em Washington, Anatoly Antonov.


EFE

Moscou - "Este problema foi debatido. Foram formuladas propostas concretas para revolver este assunto", disse o diplomata russo ao responder uma pergunta sobre se os governantes falaram da possibilidade de um referendo no leste da Ucrânia, após discursar no fórum internacional de debate Valdai.

EFE/ Anatoly Maltsev
EFE/ Anatoly Maltsev

Segundo a imprensa americana, Putin informou ontem aos seus diplomatas que propôs a Trump realizar um referendo para resolver o conflito no leste da Ucrânia e esteve de acordo de não fazer pública a proposta para que a parte americana pudesse estudá-la.

Antonov acusou as autoridades ucranianas de descumprir o acordo de Minsk para a regulação do conflito armado que já deixou mais de 10 mil mortos, entre civis e combatentes, nas regiões orientais ucranianas de Donetsk e Lugansk, ambas fronteiriças com a Rússia.

A proposta russa de um referendo seria recebida de mal grau pelo Governo de Kiev, que acusa Moscou de apoiar militarmente e financeiramente aos separatistas pró-russos das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.

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