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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Putin e Trump falaram de referendo no leste da Ucrânia, afirma embaixador

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Donald Trump, falaram durante a cúpula de Helsinque sobre a possibilidade de realizar um referendo no leste da Ucrânia como via de solução para o conflito, disse nesta sexta-feira em Moscou o embaixador russo em Washington, Anatoly Antonov.


EFE

Moscou - "Este problema foi debatido. Foram formuladas propostas concretas para revolver este assunto", disse o diplomata russo ao responder uma pergunta sobre se os governantes falaram da possibilidade de um referendo no leste da Ucrânia, após discursar no fórum internacional de debate Valdai.

EFE/ Anatoly Maltsev
EFE/ Anatoly Maltsev

Segundo a imprensa americana, Putin informou ontem aos seus diplomatas que propôs a Trump realizar um referendo para resolver o conflito no leste da Ucrânia e esteve de acordo de não fazer pública a proposta para que a parte americana pudesse estudá-la.

Antonov acusou as autoridades ucranianas de descumprir o acordo de Minsk para a regulação do conflito armado que já deixou mais de 10 mil mortos, entre civis e combatentes, nas regiões orientais ucranianas de Donetsk e Lugansk, ambas fronteiriças com a Rússia.

A proposta russa de um referendo seria recebida de mal grau pelo Governo de Kiev, que acusa Moscou de apoiar militarmente e financeiramente aos separatistas pró-russos das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.

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