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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Reino Unido lança novo caça Tempest para substituir o Typhoon

Governo vai gastar 2 bilhões de libras para desenvolver aeronaves entre hoje e 2025


Poder Aéreo

O secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, revelou planos para um novo jato de combate da RAF, o Tempest, que eventualmente substituirá o Eurofighter Typhoon.

Reprodução

Falando no show aéreo de Farnborough, Williamson revelou um modelo do jato de combate de sexta geração que o Ministério da Defesa (MoD) espera emergir de sua nova estratégia aérea de combate, projetada para manter o status do Reino Unido no chamado “primeiro nível” (Tier 1) de poder militar após o Brexit.

“Esta é uma estratégia para manter o controle do ar, tanto em localmente como no exterior, para permanecer um líder global no setor”, disse Williamson.

Ele disse que queria que o Tempest estivesse voando ao lado da atual frota de Typhoons e dos F-35s fabricados nos EUA até 2035.

O governo disse que gastaria 2 bilhões de libras esterlinas para desenvolver a aeronave entre agora e 2025, usando dinheiro reservado em 2015 para as futuras tecnologias de combate aéreo.

O jato será potencialmente capaz de operar de forma não tripulada, de acordo com os planos divulgados pelo MoD, e terá a próxima geração de tecnologia a bordo, projetada para lidar com as ameaças modernas.

Isso incluirá a tecnologia de “enxames” que usa inteligência artificial e aprendizado de máquina para atingir seus alvos, bem como armas de energia dirigida (DEW), que usam feixes concentrados de energia de laser, microondas ou feixe de partículas para causar danos.

O Tempest será construído por um consórcio composto pela empresa britânica de defesa BAE Systems, pela fabricante de motores Rolls-Royce, pela empresa aeroespacial italiana Leonardo e pela fabricante de mísseis pan-europeia MBDA.

No entanto, não haverá confirmação da falange dos fornecedores necessários para a construção do jato até 2025, com capacidade operacional que deverá seguir uma década depois disso.

Williamson disse que a estratégia aérea de combate do governo ajudaria a garantir que o Reino Unido fosse um líder mundial no setor aéreo de combate, que apoia 18.000 empregos no Reino Unido.

“A indústria britânica de defesa é um grande contribuinte para a prosperidade do Reino Unido, criando milhares de empregos em um setor próspero de manufatura avançada e gerando uma capacidade soberana do Reino Unido que é a melhor do mundo”, disse ele.

FONTE: The Guardian

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