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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia testa com êxito novo míssil do sistema de defesa antiaérea

No Cazaquistão foram levados a cabo lançamentos bem sucedidos do novíssimo míssil de intercepção do sistema russo de defesa antiaérea, comunicou o jornal das Forças Armadas russas, Krasnaya Zvezda.


Sputnik

"No polígono de Sary Shagan, as tropas da Força Aeroespacial russa efetuaram com êxito mais um lançamento do novo míssil modernizado do sistema de defesa antiaérea russo", se lê no comunicado.

Teste de um míssil (foto de arquivo)
© Foto : Ministry of Defence of the Russian Federation

"O novo míssil de intercepção […] cumpriu a tarefa, ao atingir um alvo convencional no tempo estabelecido", assinalou o vice-comandante de uma unidade de defesa antiaérea e antimísseis da Força Aeroespacial russa, major-general Andrei Prikhodko.

De acordo com a matéria, a arma modernizada é capaz de voar à velocidade de aproximadamente 4km/sec. (14.400 Km/h). Além disso, os militares destacaram que se tratou de uns dos testes mais "complexos" e que os mísseis desta classe não possuem análogos no mundo.

Segundo o jornal, em condições de combate reais, os mísseis adversários serão completamente destruídos à altitude e distância máximas da instalação a proteger.

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