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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Será que EUA vão retirar suas tropas da Alemanha?

Na cúpula da OTAN que se realizará em 11-12 de julho em Bruxelas, os EUA podem ameaçar retirar os 35 mil militares norte-americanos das bases da OTAN na Alemanha caso Berlim se recuse a aumentar o orçamento militar, revelou uma fonte.


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Essa fonte diplomática em Bruxelas disse que se espera que o presidente dos EUA, Donald Trump, exija dos aliados o aumento obrigatório das despesas militares para 2% do PIB até meados de 2020.

Soldados dos EUA participam das manobras Iron Wolf 2016, Lituânia
Militares dos EUA em manobra militar da OTAN na Lituânia © AP Photo / Mindaugas Kulbis

"Caso Berlim se recuse a aumentar as despesas em defesa de acordo com a exigência, os EUA podem ameaçar a Alemanha com a retirada de 35 mil militares das bases militares da OTAN no território do país", disse o interlocutor da Sputnik.

Anteriormente, a chanceler alemã, Angela Merkel, declarou que nos próximos dez anos a Alemanha vai aumentar as despesas em defesa até 2% do PIB, o que é obrigatório para os países-membros da OTAN e foi acordado na cúpula em 2014 em Bucareste. Conforme Merkel, em 2019 o país vai aumentar o orçamento militar para 1,34% do PIB e, até 2025, para 1,5%.

Donald Trump apelou repetidamente aos parceiros da aliança para implementarem os acordos alcançados em Bucareste, caso contrário poderá reduzir a participação dos EUA nos programas comuns de segurança dos países da aliança.

De acordo com o diário Washington Post, o Pentágono está analisando o custo e consequências da retirada de grande escala e transferência das tropas deslocadas na Alemanha em meio às tensões crescentes entre Trump e Merkel.

Conforme os dados da mídia, atualmente na Europa há 60 mil militares estadunidenses, posicionados na Alemanha, Holanda, Bélgica, Luxemburgo e Itália.

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