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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Sirenes da defesa aérea soam na fronteira norte de Israel com a Síria

A notícia vem depois de relatos no domingo (22) da aviação israelense ter realizado ataques aéreos contra alvos perto da cidade síria de Masyaf, na província de Hama, oeste do país.


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O sistema de defesa aérea israelense David Sling interceptou dois mísseis, o que fez acionar as sirenes de alerta no norte de Israel, perto da fronteira com a Síria. As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram que os mísseis foram disparados do território sírio durante um combate interno entre as forças do governo e a oposição armada no sul do país. As IDF acrescentaram que a interceptação não provocou vítimas.


Um militar israelense disse no Twitter que as sirenes soaram no norte do país, perto da fronteira com a Síria, acrescentando que outras sirenes foram acionadas em "outros locais" ao longo da região.

Isso ocorreu logo após a TV israelense ter divulgado um vídeo da suposta interceptação aérea.

Estes eventos se seguiram à informação da mídia estatal síria, no domingo (22), segundo a qual Israel levou a cabo um ataque aéreo contra áreas militares para "encobrir o colapso das organizações terroristas em Daraa e Quneitra".

As tensões entre os dois países têm aumentado recentemente. Na semana passada, a defesa aérea síria repeliu um ataque israelense na província de Quneitra, no sudoeste da Síria, depois que as Forças de Defesa de Israel dispararam um míssil antiaéreo Patriot, abatendo um drone sírio que alegadamente havia entrado no espaço aéreo de Israel.

A situação piorou em 16 de julho, quando o exército sírio anunciou que havia capturado um local estratégico perto das Colinas de Golã, colocando as forças israelenses em alerta.

Israel intensificou recentemente os ataques na Síria, citando uma suposta presença militar iraniana na República Árabe como pretexto para seus ataques. Teerã e Damasco negaram repetidamente as alegações, insistindo que no país estão apenas conselheiros militares iranianos a fim de ajudar as autoridades legítimas a combater o terrorismo.

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