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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Submarino 'de bolhas': EUA estão elaborando tecnologia para reduzir arrasto

A Marinha dos EUA está trabalhando com os investigadores da Universidade de Michigan para criar um novo revestimento repelente de água que vai ajudar os submarinos a se mover melhor dentro d’água e fazer com que os responsáveis oficiais poupem milhões em despesas de combustível.




Sputnik

De acordo com o portal Task and Purpose, a substância, que é conhecida na ciência como revestimento superhidrofóbico, vai reduzir o arrasto do submarino ao criar uma "película de ar" de milhões de bolhas que revestem o navio e fazem a água "deslizar".


submarines navy coating
The U.S. Navy ballistic missile submarine, USS Tennessee (SSBN 734) | U.S. Navy/Mass Communication Specialist 1st Class James Kimber

O arrasto é a resistência criada pelo movimento do casco através da água.

"O arrasto pode consumir até 60% do combustível, talvez mais, dependendo da velocidade", Anish Tuteja, um investigador envolvido no projeto, disse em entrevista ao portal: "Temos o potencial para reduzir isso significativamente."

Tuteja depois notou que ele e a sua equipe testaram centenas de combinações químicas para criar o revestimento correto para essa finalidade.

"Para essa aplicação em particular, você tem que ter uma textura correta. Se os poros são muito grandes, a água pode essencialmente entrar nos poros e depois ela entra e o arrasto de fato aumenta, e se os poros são muito pequenos, não criam arrasto suficiente, por isso deve haver o regime correto para criar arrasto", explicou o especialista, antes tendo indicado que o processo vai levar vários anos antes de o mecanismo começar a ser usado nos submarinos.

O próximo objetivo da equipe é garantir que a substância é bastante durável para funcionar nos navios por muitos anos, relatou o Task and Purpose.

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