Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ucrânia desenvolve mais um plano para 'retomar e reintegrar' Crimeia

Kiev pretende "retomar e reintegrar" a Crimeia até dezembro de 2019, segundo declarou Aleksei Zhuravko, ex-deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia).


Sputnik

"Isto não é invenção de ninguém, mas uma tarefa concreta escrita em documento", escreveu Zhuravko em seu Facebook, anexando o arquivo digitalizado.

Vista da costa da Crimeia
Costa da Crimeia © Sputnik / Vasily Batano

Segundo o ex-parlamentar, o plano foi desenvolvido por Boris Babin, representante permanente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko na Crimeia, e aprovado em 20 de junho do ano atual.

Segundo o documento, a Ucrânia tem a intenção de coletar e apresentar "evidências de violações dos direitos humanos na Crimeia", reunir provas contra a Rússia para apoiar reivindicações ao Tribunal Penal Internacional, apoiar atividades da plataforma internacional Amigos da desocupação da Crimeia e financiar estruturas e organizações pró-ucranianas na península.

Além disso, o ex-deputado disse que autoridades ucranianas planejam formar unidades separadas das Forças Armadas compostas por imigrantes da Crimeia para a posterior "libertação" da península. Ao mesmo tempo, Zhuravko observou que Kiev não dispõe de capital financeiro para criar essas unidades.

Não é a primeira vez que falam sobre o "retorno" da Crimeia na Ucrânia. Recentemente, algumas autoridades oficiais ucranianas começaram a admitir que Kiev não será capaz de recuperar a península. Em abril deste ano, Georgy Tuka, vice-ministro dos Assuntos dos Territórios Ocupados da Ucrânia, admitiu que a Ucrânia não tem recursos financeiros para retomar a Crimeia e Donbass.

A Crimeia se reunificou com a Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 90% dos moradores votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal e de acordo com as leis internacionais. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, a questão da propriedade da Crimeia está "definitivamente encerrada".

Comentários

Postagens mais visitadas