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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Chefe do Estado Maior do Exército defende 'conciliação e tolerância' nas eleições 2018

Em discurso, general disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Ao saudar os militares promovidos durante cerimônia no Quartel General do Exército, o chefe do Estado Maior do Exército, general Fernando Azevedo e Silva, defendeu a "conciliação" e "tolerância" nas eleições 2018.

Fernando Azevedo e Silva
O general Fernando Azevedo e Silva, fez questão de relembrar que as Forças Armadas apresentaram o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Foto: Fabio Motta/Estadão

Em sua fala, o general ressaltou ainda que os militares são "parte significativa da maioria do povo brasileiro que pretende usar o voto, a arma mais poderosa e legítima da democracia, para começar a superar a crise profunda em que estamos mergulhados".

Os generais têm aproveitado discursos em cerimônias militares para falar sobre suas preocupações com a situação do País e pedir atenção ao voto nas eleições de outubro. Nenhum deles, no entanto, fez defesa da candidatura do deputado-capitão Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, agora com uma chapa "puro-sangue", que tem como vice o general da reserva Hamilton Mourão.

No discurso, em cerimônia realizada no Quartel-General do Exército, o chefe do EME disse que o trabalho dos militares não é reconhecido e se queixou do orçamento das três Forças e dos salários que recebem.

"Os constantes desafios a que as Forças Armadas vêm sendo submetidas, muitos deles alheios à nossa destinação principal, não têm recebido, das esferas competentes, o merecido reconhecimento, justo e digno, principalmente quanto ao orçamento e à remuneração do nosso pessoal", declarou o general. "Para dissuadir possíveis ameaças e apoiar o Brasil, de forma eficaz, em necessidades tão heterogêneas e urgentes, há sempre a exigência de um preparo anterior, o que requer alocação de recursos e sua judiciosa aplicação", comentou ele.

O general Fernando fez questão de relembrar ainda que as Forças Armadas "não por acaso" apresentaram, em recente pesquisa de opinião junto à sociedade brasileira, o maior índice de confiabilidade entre as demais instituições nacionais, superior a 80%. Segundo o general, isso é resultado da "dedicação pessoal e coletiva" de todos os militares, da "coesão interna" deles e da "reconhecida disponibilidade permanente e capacidade para vencer desafios de qualquer natureza".

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