Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.


Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

Navios da Marinha chinesa participam de manobras no mar Amarelo
Navios da Marinha chinesa © East News / Liu Zheng/Color China Photo/AP Images

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como uma parte integrante da China, e pediu aos EUA para respeitarem o princípio de uma só China.

Quanto às disputas marítimas, Pequim está disposta a "resolvê-las pacificamente por meio de acordos diretos e negociações com os países relevantes". Kang também acusou Washington de enviar frequentemente aviões de guerra à área do mar do Sul da China "para provocar tensões, o que representa uma ameaça real para a paz e a estabilidade regionais".

O documento de 145 páginas, publicado pelo Pentágono na quinta-feira, sugere que nos últimos anos o Exército de Libertação Popular da China "tem expandido rapidamente as áreas operacionais de bombardeiros sobre a água, ganhando experiência em regiões marítimas críticas e provavelmente treinando para ataques contra alvos norte-americanos e aliados".

Pequim destaca que a publicação de documentos deste tipo "está prejudicando a confiança mútua entre os países e é incompatível com os interesses comuns de ambas as partes".

"Exigimos que os Estados Unidos abandonem a mentalidade da Guerra Fria, observem objetivamente e racionalmente o desenvolvimento da defesa nacional e do Exército da China, deixando de publicar tais relatórios, e que tomem ações práticas para manter o desenvolvimento estável das relações entre os dois Exércitos", concluiu Lu Kang.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas