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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Em que região pode começar 3ª Guerra Mundial?

O vice-presidente da Academia das Ciências de Mísseis e Artilharia Russa, Konstantin Sivkov, enumerou os lugares onde os conflitos locais podem desencadear uma Terceira Guerra Mundial.


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No artigo publicado no diário Voenno-Promyshlenny Kurier, Sivkov opina que os conflitos militares "se intensificam através do agravamento das tensões regionais", apoiados pelos países ocidentais. "Um detonador pode ser o surgimento de um Estado curdo com a separação de uma parte do território do Iraque e da Síria", opina o especialista. Sivkov não exclui que os problemas internos dos grandes países, por exemplo, da Turquia, possam provocar guerras civis.

Helicóptero militar (imagem ilustrativa)
CC0 / mohamed_hassan / Helicóptero militar

De acordo com ele, "há uma possibilidade de agressão por parte dos EUA, Israel, países da OTAN e seus aliados das monarquias do golfo Pérsico contra o Irã". "Será uma guerra de escala local", escreve Sivkov. Como motivo de surgimento de tal guerra o especialista considera "o recomeço do programa nuclear e de mísseis do Irã ou início de um conflito militar entre Teerã e um dos países-chave do golfo Pérsico, mais provavelmente, a Arábia Saudita".

"A guerra no Iêmen vai continuar. A base geopolítica destes e de outros conflitos na África será a oposição da Arábia Saudita e dos EUA, por um lado, e da China e do Irã por outro, pelo domínio na região", opina analista.

Em especial, Sivkov assinala a guerra no Afeganistão, em que a China pode ser envolvida, a "repartição de esferas de influência" no Ártico e o empenho de alguns países latino-americanos de sair de sob a tutela dos EUA.

Conforme o analista, na Ásia os principais focos de tensões militares a médio prazo ficam na península coreana, entre o Japão e a China por causa das ilhas disputadas, entre o Japão e a Rússia por causa das Curilas, bem como a questão de Taiwan.

Em fevereiro de 2018, Sivkov propôs criar um megamíssil termonuclear com o custo de 210 bilhões de dólares (787 bilhões de reais) para liquidar a ameaça de asteroides, tendo também apresentado a sua visão do papel da Ucrânia em uma possível guerra entre os EUA e a Rússia.

Em novembro de 2017, ele aconselhou a Rússia, em resposta à saída dos EUA do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, a posicionar portadores de armas nucleares não tradicionais. Por exemplo, conforme Sivkov, a Rússia tem que criar ogivas nucleares muito potentes capazes de "iniciar no território dos EUA processos geofísicos catastróficos, por exemplo, a erupção do vulcão Yellowstone".

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