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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

FAB treina combate além do alcance visual na Ala 2

São mais de 300 militares operando e dando suporte às 40 aeronaves envolvidas na missão


Poder Aéreo

O Exercício Técnico BVR ocorre até o dia seis de setembro na Ala 2, em Anápolis (GO). Várias unidades de aviação de caça, reconhecimento e transporte estão realizando missões de combate simulado, controle e alarme em voo, reabastecimento em voo, posto de comunicação no ar e defesa de aeronave de alto valor.

Aeronaves no Exercício Técnico BVR
Aeronaves no Exercício Técnico BVR

O treinamento, que começou no dia 20 de agosto, é feito em conjunto e tem o objetivo de instruir as Unidades de Defesa Aérea na doutrina de combate BVR (do inglês, Beyond Visual Range, ou seja, além do alcance visual). Nessa atividade, os pilotos não conseguem visualizar o alvo e devem aprender a combater gerenciando seus sistemas internos. São técnicas que estão de acordo com as utilizadas atualmente pelas unidades aéreas que fazem parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

No Exercício participam o Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) e os Esquadrões Jaguar (1° GDA), Pampa (1º/14º GAV), Pacau (1º/4º GAV), Carcará (1°/6º GAV), Guardião (2º/6º GAV), Gordo (1º/1º GT), Corsário (2º/2º GT), Poker (1°/10° GAV), Centauro (3°/10° GAV), Arara (1°/9° GAV), Onça (1°/15° GAV) e Pantera (5°/8° GAV), além do Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF1) da Marinha do Brasil. São mais de 300 militares operando e dando suporte às 40 aeronaves envolvidas na missão.

O BVR acontece desde 2012, podendo ser realizado duas vezes no ano. “A Ala 2 é escolhida para sediar o exercício por ser uma base exclusivamente militar, com áreas específicas para treinamento, sem interferência do tráfego aéreo geral, e também devido à meteorologia extremamente favorável nesta época do ano”, disse o Comandante da Ala 2 e Diretor do Exercício, Coronel Aviador Antonio Marcos Godoy Soares Mioni Rodrigues.

Neste ano, esse treinamento faz parte do preparo para a Operação CRUZEX FLIGHT 2018, o maior exercício multinacional e conjunto realizado pela FAB, que ocorrerá em novembro, na cidade de Natal (RN).

FONTE: Força Aérea Brasileira

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