Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Irã estaria movendo mísseis ao Iraque como mensagem de alerta aos seus inimigos

Movimentação de mísseis iranianos para o Iraque está causando preocupação aos seus inimigos, além de agravar as tensões entre Teerã e Washington, que já abandonou o acordo nuclear de 2015, segundo artigo da Reuters.


Sputnik

Segundo informações de representantes de duas fontes da inteligência iraquiana, o Irã está transferindo mísseis para os xiitas no Iraque, além de estar desenvolvendo a construção de outros mísseis para deter ataques contra seus interesses no Oriente médio, servindo isso como um alerta aos seus inimigos,conforme artigo publicado por John Irish e Ahmed Rasheed no site da Reuters.

Lançamento de um míssil balístico pelo Irã
Lançamento de míssil balístico iraniano © AP Photo / Amir Kholousi

Os mísseis transferidos são balísticos de curto alcance e são um "plano B" caso o país seja atacado, sendo totalmente de caráter defensivo. Os mísseis em questão são Zelzal, Fateh-110 e Zolfagar, possuindo um alcance aproximado de até 700 km.

O Irã está sendo acusado pelos países ocidentais de transferir mísseis e tecnologias para Síria e outros aliados, como os rebeldes houthis no Iêmen e os libaneses do Hezbollah. Segundo os representantes da inteligência, a transferência de mísseis foi designada como forma de enviar um alerta aos EUA e Israel, principalmente após os ataques aéreos contra tropas iranianas na Síria, além disso, o Irã está utilizando fábricas no Iraque, em áreas controladas por milícias xiitas, para produção de mísseis.

Por outro lado, os EUA, que já vive um clima de tensão após o presidente americano, Donald Trump, ter anunciado em maio passado a retirada de Washington do acordo nuclear iraniano, firmado em 2015 pelas principais potências mundiais e Teerã, tentam fazer com que seus aliados também adotem essa política contra o Irã.

Com o transporte dos mísseis, o Irã pretende enviar uma forte mensagem aos seus inimigos, não só na região, mas também aos EUA, podendo atacar qualquer um e em qualquer lugar, segundo um funcionário iraquiano.

Vale ressaltar ainda que, recentemente, o vice-comandante do Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) afirmou que as forças defensivas do Irã alcançaram um alto nível nos últimos anos e que estaria prevenindo todos os "inimigos belicosos" contra a realização de ataques contra o Irã. Além disso, foi informado também que a Marinha da Guarda Revolucionária iraniana controla totalmente o golfo Pérsico e que a Marinha dos Estados Unidos não é bem-vinda na região.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas