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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Jornalista britânico diz ter descoberto canal de entrega de armas a combatentes na Síria

Os terroristas na Síria recebiam modernas armas europeias através da Arábia Saudita, escreve a revista britânica The Independent. O jornalista assegura ter descoberto toda a cadeia de entrega.


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Em Raqqa, cidade síria libertada de terroristas, Robert Fisk, entre outros jornalistas, visitou porões que abrigavam arsenais do grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia e em vários outros países).

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© AP Photo / Hammurabi's Justice News

Em um dos abrigos antibombas, o jornalista encontrou um "log book", um guia de remessa de lança-minas M75 de 120 mm de padrão da OTAN, fabricados na Bósnia. No documento vazado havia a assinatura do chefe da empresa produtora, Ifet Krnjic.

"Sim, é a minha assinatura, eu me lembro desta remessa. 500 lança-granadas é uma grande quantidade para a Europa, e enviamo-los para a Arábia Saudita", confessou Krnjic.

"No início de 2016 seus representantes visitaram a fábrica, verificaram exemplares e nós fechamos um contrato", adicionou.

Ele frisou que as remessas de equipamento bélico eram oficiais, nos documentos Riad era mencionado como o destino final. Além disso, de acordo com as regras, as armas só podiam ser usadas pelo país para onde eram enviadas.

A embaixada da Arábia Saudita em Londres desmentiu a possibilidade de vazamento de armas às organizações terroristas. Enfrentando, Robert Fisk assegura ter encontrado nos armazéns de Aleppo também contêineres com mísseis antitanque produzidos nos EUA.

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