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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Lavrov: secretariado da ONU proibiu secretamente que organização ajude a reconstruir Síria

O secretariado das Nações Unidas proibiu secretamente que vários departamentos da organização participem da restauração da economia síria, afirmou o chanceler russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

Segundo disse o chefe da diplomacia russa, a ordem de serviço respectiva foi adotada ainda em outubro passado.

Bandeiras da Síria na cidade de Madaya, em 14 de janeiro
Madaya, Síria © AFP 2018 / LOUAI BESHARA

"Veio à tona que o departamento político do secretariado da ONU ainda em outubro do ano passado emitiu e divulgou por toda a estrutura da ONU uma ordem secreta, proibindo que as organizações da estrutura participem de quaisquer projetos de recuperação da economia síria. [Foi autorizada] apenas a ajuda humanitária e nada mais", disse o ministro russo.

O documento em questão também indica que a recuperação do país será possível "só após ser alcançado progresso na chamada transferência política", acrescentou Lavrov.

O chanceler relatou que Moscou já enviou um pedido ao secretário-geral da organização, António Guterres, sobre a restrição acima citada.

"Perguntei ao secretário-geral da ONU, António Guterres, […] por que não informaram ao Conselho de Segurança, que trata diretamente do problema da regularização na Síria e por que tais decisões são tomadas sem uma análise imparcial da situação no lugar", comentou o chanceler russo.

O secretário-geral da ONU, segundo ele, prometeu tratar do assunto.

O diplomata também criticou os Estados Unidos pela duplicidade no processo de reconstrução da Síria. Washington, segundo Lavrov, presta ajuda apenas nos territórios controlados pela oposição que coopera com os EUA, deixando sem atenção as regiões controladas pelo governo sírio.

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