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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Nova guerra? Conflitos por esse recurso podem agravar relações no Oriente Médio

Segundo um especialista sírio em recursos hídricos internacionais, as águas dos rios Tigre e Eufrates se transformarão em “arma política” em uma suposta futura disputa entre Síria, Turquia e Iraque.


Sputnik

A próxima guerra no Oriente Médio poderá acontecer pela água, informa o especialista sírio em recursos hídricos internacionais, Nabil al-Samman, em um artigo exclusivo para Asharq Al-Awsat.

Soldados turcos em um tanque durante operação militar na fronteira turco-síria
Militares turcos © AFP 2018 / BULENT KILIC

O analista ressalta que uma seca na área do Eufrates foi adicionada às causas que levaram aos protestos de 2011 contra o governo na Síria. A guerra civil transformou a infraestrutura de água do país em ruínas.

As diferenças políticas entre Síria, Turquia e Iraque destruíram as tentativas desses países de estabelecer e assinar um acordo sobre recursos hídricos por meio de negociações. Durante anos, os Estados tentaram chegar a um acordo, mas sem sucesso. As negociações da Turquia com a Síria cessaram devido à guerra civil no país árabe.

Por sua vez, a Turquia tem mais controle sobre a água desses rios do que a Síria e o Iraque, ressalta o autor.

Segundo o especialista, Ancara compara seu direito às águas do Tigre e do Eufrates com os direitos dos países petroleiros de controlar seu petróleo. A Turquia considera que esses rios transfronteiriços fluem de seu território e, portanto, tem o poder de controlar a quantidade de água que chega aos países vizinhos.

Além disso, o país turco tem a intenção de continuar a construção de plantas hidroelétricas que podem reduzir consideravelmente o volume de recursos hídricos que entram em outros países. Nota-se que este projeto afetará os níveis de água no lago sírio de Tabqa, o que resultará em danos ao setor de geração de eletricidade e agricultura.

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