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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Novo foco de tensão? Bombardeiros dos EUA aparecem sobre mar da China Oriental

De acordo com um recente comunicado militar do Comando Indo-Pacífico dos EUA, no início de agosto bombardeiros B-52 da Força Aérea dos EUA sobrevoaram o mar da China Oriental, nas proximidades do Japão, como parte de uma missão conjunta de treinamento com a Marinha dos EUA.


Sputnik

Dois bombardeiros B-52 Stratofortress da Força Aérea e dois aviões P-8 Poseidon da Marinha realizaram voos na região, no dia 1º de agosto, para melhorar a "integração das forças armadas", informou o Departamento de Relações Públicas da Força Aérea dos EUA no dia 3 de agosto.

Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA
B-52 Stratofortress da USAF © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Desde 2004, o Comando Indo-Pacífico dos EUA (USINDOPACOM), conduziu o chamado programa de "Continuous Bomber Presence" (CBP), afirma o comunicado.

De acordo com o USINDOPACOM, os exercícios foram realizados dentro do espaço determinado pelas leis internacionais, um espaço considerado "vital para os princípios que são a base do sistema operacional global baseado em regras".

Os voos podem ter prosseguido por mais de um dia, enquanto imagens da Força Aérea datadas de 2 de agosto mostram que um B-52 foi reabastecido.

De acordo com anúncios do governo dos EUA disponíveis publicamente, uma aeronave B-52 voou para o mar da China Oriental, depois de decolar da Base da Força Aérea de Barksdale, no Louisiana. Depois de conduzir uma missão de treinamento de rotina, os aviões aterrissaram na Base Aérea de Andersen, Guam, um território dos EUA na Micronésia.

Em junho, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, não pareceu apreciar a presença de bombardeiros americanos no mar do Sul da China. "Correr livremente é arriscado", disse ela aos repórteres.

"A China não terá medo de nenhum navio ou aeronave militar e tomaremos todas as medidas necessárias para defender a soberania e a estabilidade do país, para proteger a paz e a estabilidade do mar do Sul da China", disse a porta-voz.

Os EUA criticaram repetidamente Pequim por militarizar as áreas disputadas do mar do Sul da China com a construção de infraestruturas militares em arquipélagos também reivindicados por várias outras nações. Em junho, após outra incursão de um B-52 na região, Hua disse a repórteres durante um briefing: "Espero que os EUA deixem claro se estão considerando enviar armas estratégicas ofensivas como bombardeiros B-52 ao mar do Sul da China para militarizar […] Se você costuma ter alguém chegando à sua porta fortemente armado, você não deveria fortalecer suas capacidades de segurança e defesa?"

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