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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Novo foco de tensão? Bombardeiros dos EUA aparecem sobre mar da China Oriental

De acordo com um recente comunicado militar do Comando Indo-Pacífico dos EUA, no início de agosto bombardeiros B-52 da Força Aérea dos EUA sobrevoaram o mar da China Oriental, nas proximidades do Japão, como parte de uma missão conjunta de treinamento com a Marinha dos EUA.


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Dois bombardeiros B-52 Stratofortress da Força Aérea e dois aviões P-8 Poseidon da Marinha realizaram voos na região, no dia 1º de agosto, para melhorar a "integração das forças armadas", informou o Departamento de Relações Públicas da Força Aérea dos EUA no dia 3 de agosto.

Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA
B-52 Stratofortress da USAF © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Desde 2004, o Comando Indo-Pacífico dos EUA (USINDOPACOM), conduziu o chamado programa de "Continuous Bomber Presence" (CBP), afirma o comunicado.

De acordo com o USINDOPACOM, os exercícios foram realizados dentro do espaço determinado pelas leis internacionais, um espaço considerado "vital para os princípios que são a base do sistema operacional global baseado em regras".

Os voos podem ter prosseguido por mais de um dia, enquanto imagens da Força Aérea datadas de 2 de agosto mostram que um B-52 foi reabastecido.

De acordo com anúncios do governo dos EUA disponíveis publicamente, uma aeronave B-52 voou para o mar da China Oriental, depois de decolar da Base da Força Aérea de Barksdale, no Louisiana. Depois de conduzir uma missão de treinamento de rotina, os aviões aterrissaram na Base Aérea de Andersen, Guam, um território dos EUA na Micronésia.

Em junho, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, não pareceu apreciar a presença de bombardeiros americanos no mar do Sul da China. "Correr livremente é arriscado", disse ela aos repórteres.

"A China não terá medo de nenhum navio ou aeronave militar e tomaremos todas as medidas necessárias para defender a soberania e a estabilidade do país, para proteger a paz e a estabilidade do mar do Sul da China", disse a porta-voz.

Os EUA criticaram repetidamente Pequim por militarizar as áreas disputadas do mar do Sul da China com a construção de infraestruturas militares em arquipélagos também reivindicados por várias outras nações. Em junho, após outra incursão de um B-52 na região, Hua disse a repórteres durante um briefing: "Espero que os EUA deixem claro se estão considerando enviar armas estratégicas ofensivas como bombardeiros B-52 ao mar do Sul da China para militarizar […] Se você costuma ter alguém chegando à sua porta fortemente armado, você não deveria fortalecer suas capacidades de segurança e defesa?"

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