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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Turquia e Rússia podem discutir produção conjunta de caça de quinta geração

A Turquia e a Rússia podem discutir possibilidades de cooperação para desenvolver e produzir em conjunto um caça de quinta geração, disse Viktor Kladov, diretor do Departamento de Política e Cooperação Regional da empresa de defesa estatal russa Rostec, em declarações à Agência Anadolu (AA), sobre a possível produção conjunta de aviões de combate entre os dois países.


Poder Aéreo

Ele disse que há necessidade de um longo processo de consulta entre a Rússia e a Turquia, se eles produzirem em conjunto um jato de combate de quinta geração. “Para um projeto tão importante, as partes não devem apenas se interessar, mas também estar preparadas para trabalhar juntas”, acrescentou.

Sukhoi Su-57
Sukhoi Su-57

“Embora possa ser uma decisão “séria”, estou convencido de que os dois países são capazes de implementar tal projeto”, disse Kladov.

O programa de jato de combate de quinta geração é uma prioridade para o presidente Erdogan, que quer construir uma indústria de defesa nacional para angariar apoio nacionalista e reduzir a dependência da Turquia de estrangeiros em meio a tensões crescentes com muitos aliados da Otan.

A situação geopolítica está reforçando o desejo de Ancara por uma base tecnológica nativa e sistemas de armas que possam ser menos prejudicados pelas relações estremecidas com a Europa e os Estados Unidos.

Mas, ao mesmo tempo, a Turquia precisará de uma parceria com a Rússia ou a China para desenvolver um jato de combate de quinta geração.

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