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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Alemanha diz não ‘especular' sobre possível ataque contra Síria ao lado dos EUA

O porta-voz do Ministério da Defesa da Alemanha, Jens Flosdorff, disse nesta segunda-feira (10) que não especularia sobre a possibilidade de Berlim juntar-se aos possíveis ataques do ocidente contra o governo da Síria.


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"Eu nãó quero especular, muitas mídias reportaram essa possibilidade. Mas tudo isso depende de uma situação específica […]. Nós ainda não atingimos esse ponto", contou Flosdorff em um comunicado.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, chega ao encontro da OTAN em Bruxelas.
Angela Merkel © AP Photo / Geert Vanden Wijngaert

O jornal alemão Bild, reportou que o Ministério da Defesa da Alemanha está estudando a possibilidade de juntar-se aos possíveis ataques de EUA, Reino Unido e França contra a Síria, em caso de ocorrência de ataques com armas químicas.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou no final de agosto que terroristas do grupo Tharir al-Sham, o antigo grupo terrorista Jabhat Fatah al Sham, banido da Rússia, estaria preparando ataques forjados em Idlib para acusar o governo sírio de uso de armas químicas, o que provocaria reações do ocidente.

Não seria a primeira vez que a coalizão liderada pelos EUA lançaria mísseis em ação conjunta em 2018. Em abril, a oposição síria, ao lado de países ocidentais, acusou Damasco de ser responsável por supostos ataques com armas químicas na cidade de Douma. Em consequência, EUA, Reino Unido e França atacaram a Síria em uma ação que gerou tensão no mundo inteiro devido à possibilidade de escalada nos conflitos.

Damasco, assim como Moscou, refutou as acusações de que o governo sírio seria responsável pelos ataques. Ambos afirmaram que o que houve foi uma encenação de militantes que planejaram a situação para colocar as tropas do governo em descrédito.

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