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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Analista norte-americano põe em dúvida capacidade de combate do caça F-22

O caça pesado de quinta geração F-22 dos EUA não está apto para lutar contra os melhores aviões russos, tampouco para interceptar incursões fronteiriças – essa foi a conclusão do colunista militar da revista Business Insider, Alex Lockie.


Sputnik

Recentemente, no céu do Alasca se encontraram novíssimos caças da Força Aérea dos EUA e da Força Aeroespacial russa. De acordo com o analista da revista, em caso de uma luta entre os dois aviões, os norte-americanos a perderiam.

F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA
F-22 Raptor © REUTERS / Master Sgt. Kevin J. Gruenwald

Enquanto o "irmão caçula" do F-22 Raptor, o F-35 Lightning II, foi concebido principalmente para atacar alvos ligeiros no ar ou bombardear instalações terrestres, representando a classe de aviões de assalto ligeiros, o Raptor visa assegurar a supremacia aérea, tendo como objetivo limpar e defender o espaço aéreo sobre o campo de batalha, assinalou Lockie.

Por sua vez, na Rússia são os caças com alta capacidade de manobra Su-30SM e Su-35 que cumprem esta função. Em comparação com os aviões russos, a aeronave norte-americana empalidece, e não somente devido às tecnologias furtivas, de acordo com a revista.

O F-22 tem pouco armamento, a aeronave aposta nas suas capacidades furtivas. Sendo assim, um encontro cara a cara com o moderno caça russo o colocaria em uma posição desvantajosa, indica o colunista.

De acordo com ele, o Su-35 possui melhores capacidades de manobra, o que lhe dá uma grande vantagem ao evitar ser atingido por mísseis do inimigo, tanto durante um combate a longa distância, como em um combate de proximidade.

"Quando estava voando em F-22, meu objetivo era evitar um combate com manobras com o inimigo. Em vez disso, nós utilizamos as vantagens furtivas naturais do caça", contou à Business Insider o piloto aposentado David Berke.

Alex Lockie indicou também que as capacidades furtivas podem ser uma espada de dois gumes.

Para as usar, o caça ataca com o radar desligado, usando um avião de vigilância por radar de longo alcance que detecta e acompanha os alvos. Contudo, se o último for derrubado, tomando em consideração que o exército russo possui mísseis antiaéreos especiais de longo alcance, o F-22 irá ficar cego e indefeso.

Ele acrescentou que as tecnologias furtivas tornam o Raptor pouco útil para proteção das fronteiras norte-americanas. Quando um caça se aproxima de um avião que se introduziu no espaço aéreo, mostra seus mísseis suspensos debaixo das asas como medida de dissuasão. Mas o armamento do F-22 está escondido em compartimentos internos da fuselagem, devido ao design furtivo, por isso não tem nada para mostrar, conclui o autor.

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