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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

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Em caso de guerra com a Rússia, a Marinha dos EUA seria destruída por métodos "não tradicionais", opinou o analista militar Aleksei Leonkov.


Sputnik

Os comentários do especialista ao canal russo Zvezda vêm em resposta a um artigo de agosto do jornal americano The National Interest que analisa resultados de um hipotético combate entre um couraçado americano da classe Iowa e um cruzador de mísseis russo da classe Kirov.

Cruzador porta-mísseis nuclear pesado Pyotr Veliky no Oceano Atlântico
Cruzador porta-mísseis nuclear russo Pyotr Veliky | Assessoria de imprensa da Frota do Norte

Enquanto o artigo do jornal americano afirma que os EUA são capazes de travar uma guerra rápida e vencer, Leonkov acredita que Washington subestima as capacidades de defesa da Rússia. Caso haja um confronto, avança o analista, Moscou não usará métodos "tradicionais, optando em vez disso por modernos sistemas antinavio a grandes distâncias".

O especialista sublinha que os sistemas de mísseis russos Kalibr já mostraram eficiência na Síria. Além disso, o país possui sistemas antinavio parecidos com o Kalibr de baseamentos terrestre e marítimo. A aviação russa, destaca, está sendo equipada com mísseis de cruzeiro X-35E e X-32.

Além disso, a incorporação do mais recente míssil antinavio Kinzhal melhorou a interação entre a aviação e a Marinha no que respeita a resistir a potenciais grupos navais inimigos, servindo de base para o desenvolvimento do míssil Tsirkon.

O autor ressalta que o comando russo não "cria expectativas" sobre batalhas navais nem "joga batalhas navais virtuais", baseando-se exclusivamente na experiência prática.

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