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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ataques rebeldes contra área controlada por regime deixam 10 mortos na Síria

Pelo menos dez pessoas, entre elas três crianças, morreram nesta sexta-feira em decorrência dos projéteis lançados de áreas rebeldes contra um povoado controlado pelo regime na província de Hama, em resposta aos bombardeios cometidos hoje pela Rússia contra a província de Idlib, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.


EFE

O ataque teve como alvo o povoado de Maharda, controlado pelo regime sírio e de maioria cristã e situada no norte de Hama, no centro da Síria, em uma ação na qual uma mãe e seus três filhos morreram, assim como outras cinco mulheres e um homem, segundo esta ONG.

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Abdulmonan Eassa/AFP

A fonte acrescentou que outras 20 pessoas ficaram feridas no ataque.

Esta ONG, cuja sede está no Reino Unido, mas que conta com uma ampla rede de colaboradores no terreno, não descartou que o número de mortos possa aumentar pela gravidade do estado de alguns feridos.

Além disso, indicou que o grupo opositor Ansar al Tauhid assumiu a autoria do ataque.

Esta organização, que se concentra no norte da província de Latakia, foi fundada em março de 2018 e é comandada por um antigo líder do grupo rebelde Jund al Aqsa em Idlib, e que está formada por 350 combatentes.

Esta ação aconteceu horas depois que aviões russos lançaram 20 bombardeios contra áreas no sul de Idlib, nos quais morreram um civil e quatro islamitas do Movimento Islâmico dos Livres de Sham, uma das facções islamitas que operam no último bastião opositor no país.

Idlib e outras áreas no norte da província de Latakia estão sendo alvo de ataques aéreos por parte das forças governamentais sírias e aliadas, em prelúdio de uma iminente campanha militar contra as facções rebeldes e islamitas que operam na região.

Rússia, Turquia e Irã se reuniram hoje em Teerã para decidir sobre o futuro de Idlib e convocar os opositores a depor as armas a fim de evitar uma tragédia humanitária em uma província na qual vivem três milhões de pessoas.

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