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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Bombardeiros russos são escoltados por jatos britânicos durante exercícios

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160 realizaram voos sobre águas neutras perto do Ártico, com apoio de caças MiG-31, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia na noite desta quinta-feira.


Sputnik

"Dois bombardeiros estratégicos Tu-160 realizaram um voo planejado sobre as águas neutras das bacias dos mares de Barents, Noruega e Norte. O apoio de aviação à aeronave de longo alcance foi fornecido pelas tripulações dos caças MiG-31", disse a Defesa russa em comunicado, explicando que o exercício teria durado mais de 14 horas.

Um bombardeiro estratégico Tu-160 da Força Aeroespacial russa
Bombardeiro russo Tupolev Tu-160 © Sputnik / Vladimir Sergeev

Durante o voo, ainda de acordo com o ministério, as aeronaves russas teriam recebido a companhia de aviões da Força Aérea Real, do Reino Unido, dos modelos Eurofighter Typhoon e F-16, embora não tenham violado o espaço aéreo de nenhum país.

De acordo com a Defesa britânica, no entanto, seus aviões apenas monitoraram os bombardeiros russos se aproximando do espaço aéreo do Reino Unido e, embora não tenha ocorrido qualquer violação, decidiram escoltar as aeronaves para o norte.

"Os bombardeiros russos de longo alcance Blackjacks [Tu-160] não estavam respondendo ao controle de tráfego aéreo, tornando-os um perigo para todas as outras aeronaves", disseram as autoridades britânicas ao explicar a situação.

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