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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Capitão russo explica por que Rússia está reforçando presença militar no Pacífico

O aumento da atividade da Frota do Pacífico russo está relacionado à necessidade de assegurar a proteção das fronteiras orientais, inclusive das ilhas Curilas, afirmou nesta terça-feira (4) à Sputnik Mikhail Nenashev, capitão da Marinha russa e dirigente do Movimento Russo de Apoio à Marinha.


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Ele acrescentou que as ações da Rússia não representam qualquer ameaça para os países vizinhos.

Cruzador russo de mísseis guiados Varyag da Frota do Pacífico
Cruzador russo Varyag da Frota do Pacífico © Sputnik / Vitaliy Ankov

Anteriormente, o Ministério da Defesa do Japão havia comunicado que 28 navios da Frota do Pacífico russa passaram pelo estreito de La Pérouse, que separa a parte sul da ilha russa de Sacalina da parte norte da ilha japonesa de Hokkaido. As autoridades japonesas acreditam que este é o maior agrupamento de navios russos desde a época da Guerra Fria a realizar tal manobra.

Enquanto isso, os navios russos não empreenderam ações hostis nem tampouco violaram as águas territoriais do Japão.

"A passagem dos navios da Frota do Pacífico ao longo dos últimos 5 ou 7 anos é uma prática naval comum, os japoneses não precisam se surpreender, enquanto nós devemos reforçar ainda mais nossa presença na área, já que a situação no Pacífico o vai exigir nos próximos anos", assinalou Nenashev.

Enquanto isso, o analista frisou que a Rússia não planeja se expandir na região, tendo como meta principal reforçar sua segurança.

"A Frota do Pacífico lidera em número de embarcações que permanecem em prontidão de combate. Os comentários japoneses confirmam o que temos falado dentro do país: hoje em dia a frota deve estar no mar e não nos portos", frisou o capitão.

"Além disso, as Curilas são nosso território e a região das Curilas tem uma importância especial do ponto de vista da defesa", ressaltou o interlocutor da agência.

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