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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Comandante das Forças de Israel: Exército está pronto para qualquer cenário de guerra

Em resposta a um relatório do órgão de controle das Forças de Defesa de Israel alegando que cortes de mão-de-obra prejudicaram a eficiência militar do país, o comandante em chefe Gadi Eisenkot elogiou a capacidade dos oficiais em uma carta aos membros do governo e do Parlamento.


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O chefe do Estado-maior geral das Forças de Defesa de Israel (FDI), Gadi Eisenkot disse aos parlamentares que os militares estavam prontos para qualquer cenário no caso de uma guerra se desdobrar. "As FDI estão em um alto nível de preparação e prontidão para a guerra em relação a qualquer cenário de ameaça", escreveu ele em uma carta aos membros do gabinete de segurança e ao comitê parlamentar de relações exteriores e defesa, obtida pelo The Times of Israel.

Um soldado israelense em um veículo blindado após a visita do ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, nas colinas de Golã.
Tropas israelenses © REUTERS / Amir Cohen

Na carta, que foi anexada a um relatório confidencial, ele também elogiou a "inteligência e superioridade aérea de Israel, as capacidades terrestres e a abundante experiência operacional, que é testada diariamente em todos os cenários de guerra".

Sua declaração veio apenas alguns meses depois de Yitzhak Brick, um ombudsman das FDI, ter advertido que os militares estavam potencialmente despreparados para a guerra. Em um relatório anual divulgado no final de junho, ele citou uma aguda escassez de médicos e psiquiatras, bem como o efeito negativo das medidas de redução de custos sobre o moral de jovens oficiais.

Ele atribuiu falhas à estratégia de cinco anos iniciada em 2015, apelidada de Gideon, que reduziu o número de soldados de carreira para menos de 40 mil pessoas, dissolveu algumas unidades e tomou outras em uma tentativa de simplificar as forças armadas.

Também em 2015, o serviço militar obrigatório foi reduzido em três meses para os homens. De acordo com o relatório de Brick, quando combinados com cortes de mão-de-obra, isso fez com que os oficiais restantes tivessem de trabalhar mais para compensar a diferença, o que resultou em esgotamento e perda de motivação.

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