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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Correspondente britânico destrona mitos do Ocidente sobre situação em Idlib

O correspondente britânico da edição The Independent, Robert Fisk, ao percorrer toda a fronteira da província síria de Idlib, afirmou não ter avistado quaisquer sinais de preparativos de ofensiva do exército sírio.


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Apesar de todas as "advertências de Trump, da ONU, de Merkel e de Erdogan sobre uma alegada catástrofe humanitária, ataque químico e Armagedom", durante viagem de dois dias por toda a fronteira de Idlib, o autor não viu nenhuma concentração de 100 mil soldados sírios perto da província, informação enganosa propagada anteriormente.

Entrada da cidade de Idlib, Síria
Idlib, Síria © AFP 2018 / Omar Haj Kadour

"Os únicos 'agrupamentos maciços', que consegui encontrar, eram rebanhos de ovelhas, e, perto de Aleppo, de camelos", assinalou Fisk, indicando, porém, que isso não significa que as tropas síria não podem se posicionar fora da linha de frente.

O jornalista duvida do número de envolvidos nos dois lados do conflito. De acordo com ele, o número de terroristas em Idlib mais parece corresponder a 10.000 do que a 30.000, algo que vem sendo triplicado por "especialistas" ocidentais.

A quantidade de civis na província está também em questão, podendo corresponder a 2,5 milhões ou a três milhões. Dados sobre o número de civis que se encontravam na libertada Aleppo em 2016 foram consideravelmente exagerados, indicou o autor.

Fisk acredita ser impossível confiar nas informações divulgadas pela mídia sobre ataques aéreos a Idlib, já que nenhum jornalista ocidental faz cobertura diretamente do local.

Em geral, até a "luta final" por Idlib ainda falta muito, embora ela venha a acontecer no futuro, acredita o jornalista.

"Não está tudo tranquilo na frente do norte, mas também não é guerra", concluiu Robert Fisk.

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