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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

EUA aprovam venda de US $ 2,6 bilhões em aeronaves e mísseis para a Coreia do Sul

Os Estados Unidos aprovaram a venda de 64 interceptores de mísseis avaliados em US $ 501 milhões e aeronaves de patrulha no valor de US $ 2.1 bilhões, informou o Pentágono em um comunicado nesta quinta-feira.


Sputnik

"O Departamento de Estado (Ministério das Relações Exteriores) tomou a decisão de aprovar uma possível venda militar à República da Coreia referente a 64 mísseis Patriot PAC-3 MSE por um custo estimado de 501 milhões de dólares", diz o texto.

Uma bateria do sistema de defesa aérea dos EUA Patriot (foto de arquivo)
Militar dos EUA junto a um Patriot © Sputnik / Igor Zarembo

Além disso, a chancelaria também aprovou a venda para a Coreia do Sul de "seis aeronaves de patrulha P-8A por um valor estimado de 2.1 bilhões de dólares", acrescentou o comunicado do Pentágono.

A Coreia do Sul usará mísseis Patriot para "melhorar seu sistema de defesa antimíssil, aprimorar a defesa de sua integridade territorial e deter as ameaças à estabilidade regional", disse a nota.

O principal contratante para a venda de aeronaves P-8 é a Boeing, enquanto a Lockheed Martin é a principal responsável pelos mísseis Patriot.

O anúncio estabelece um prazo de 30 dias para o Congresso bloquear as vendas.

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