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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Ex-comandante britânico revela 'catástrofe' na Marinha do país

O ex-comandante da Marinha do Reino Unido, Alan West, afirmou que o país não é capaz de assegurar a proteção de suas águas territoriais, comunicou a edição The Independent.


Sputnik

De acordo com ele, o recente confronto entre pescadores franceses e britânicos no canal da Mancha por causa da captura de vieiras demonstrou que o Reino Unido carece de navios para proteger suas águas territoriais. Depois da saída do país da União Europeia, a situação será "catastrófica", assinalou. 

O maior navio da Marinha do Reino Unido, o porta-aviões Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico Queen Elizabeth © AP Photo / Andrew Milligan

West acredita que o incidente demonstrou as falhas de organização no trabalho dos serviços militares. De acordo com ele, o comando das embarcações é realizado por várias unidades, embora a coordenação devesse ser efetuada por um centro só.

"Neste centro de comando não há um comandante que possa dar indicações às entidades estatais para estas empreenderem determinadas ações, portanto, o centro não pode efetuar um comando apropriado", assinalou o militar.

West acrescentou que, quando o Reino Unido abandonar a UE, o país precisará patrulhar a sua zona econômica exclusiva por si só, mas, frente à situação atual na Marinha do Reino Unido, tudo vai acabar em uma "catástrofe".

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