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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Gen Ex Azevedo – Ao passar a chefia do EME cobra melhoria de salário nas Forças Armadas

O general Fernando Azevedo e Silva, em discurso feito ontem na despedida do cargo de chefe do Estado-Maior do Exército, queixou-se da queda dos recursos destinado às Forças Armadas nos últimos anos e dos salários pagos aos militares.


Tânia Monteiro | O Estado de S.Paulo
DefesaNet

BRASÍLIA - As afirmações foram feitas no mesmo dia em que o presidente Michel Temer fechou com a equipe econômica o projeto de Lei Orçamentária Anual de 2019, que será encaminhado ao Congresso, com cortes em projetos das Forças. “As Forças Armadas vêm sendo submetidas a desafios alheios à nossa destinação principal, sem receber merecido reconhecimento”.

Passagem da chefia do Estado-Maior do exército, do Gen Ex Azevedo (E) para Gen Ex Paulo Humberto, em solenidade comandada pelo Gen Ex Villas Boas.

O oficial, que transmitiu o cargo general Paulo Humberto César de Oliveira, também reclamou da falta de reconhecimento pelo trabalho que dos militares no País. “Não entendemos certos descasos dos governantes em relação aos nossos principais anseios e necessidades.”

Sem citar o processo eleitoral, defendeu a “conciliação tão necessária neste momento”, rechaçando atitudes “revanchistas baseadas no ódio”.

De acordo com o general, para atender a tantas convocações de exercer missões com “necessidades tão heterogêneas e urgentes” em vários pontos do país, “exigem preparo esmerado, recursos condizentes e remuneração compatível”.

Em seguida, o ex-chefe do EME citou palavras do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, presente ao evento, que em seguidos discursos, tem defendido “princípios da legalidade, normalidade e moralidade”, além da “prática democrática e o fortalecimento das instituições”.

O general recordou que nos últimos dois anos chefiou um Estado Maior durante “um período turbulento, com crise econômica, social, política e moral”, e disse que, neste período, “a imagem do Exército se fortaleceu ainda mais”.

Na cerimônia, o general Villas Bôas disse que “a credibilidade” da Força, se reflete essa nova convocação do Exército, há dois dias, para executar missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em Roraima, além dos trabalhos que já estavam sendo desempenhando no Estado.

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