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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Grécia e EUA discutem possibilidades de instalação de armamentos na região do mar Egeu

A Grécia e os EUA estão discutindo a implantação de caças F-22 Raptor e sistemas de mísseis Patriot em uma nova base militar a ser instalada na ilha de Cárpatos, situada entre Rodes e Creta, no mar Egeu, segundo mídia.


Sputnik

O comandante supremo aliado na Europa (SACEUR) do Comando Aliado da OTAN, Curtis Scaparotti, que dirige as conversações, disse que estas estão avançadas e que o tema de Cárpatos estará na agenda da próxima visita do ministro da Defesa grego, Panos Kammenos, a Washington, onde se deverá reunir com o secretário de Defesa americano, James Mattis. Além disso, os militares americanos estão intensificando sua presença na Grécia, segundo o canal ANT1.

Militares norte-americanos perto do sistema de defesa antimíssil Patriot
Militares dos EUA diante de sistema de mísseis Patriot © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Em agosto passado, os EUA renovaram seu acordo com a Grécia para substituir os drones MQ-9 Reaper localizados na base aérea de Larissa, na região de Tessália, por drones modernizados para realizar voos de reconhecimento sobre o mar Egeu, entre outras missões. Além disso, na base naval de Souda, em Creta, estão posicionados caças F-15 americanos e no aeródromo de Araxos, próximo de Patras, no Peloponeso, encontram-se armamentos americanos. Prevê-se ainda instalar caças F-35 no aeródromo de Nea Anchialos, próximo de Vólos e aeronaves F-16 na base aérea de Andravida, na região de Élida.

Há fatores geopolíticos e geográficos que fazem da Grécia um local atraente para o Exército americano, segundo o general Joseph Dunford, afirmando que "a geografia da Grécia e as oportunidades no território grego são muito significativas".

Os militares americanos seguem conversando sobre a expansão de suas operações na Grécia, incluindo a utilização de um maior número de bases aéreas e navais, devido às tensões entre Washington e Ancara. Estas tensões se intensificaram desde que o presidente Donald Trump decretou recentemente o aumento das tarifas sobre o ferro e alumínio importados da Turquia, após a Turquia recusar soltar o pastor americano Andrew Brunson, acusado por Ancara de participar do fracassado golpe militar em 2016.

Para além disso, Ancara pretende comprar os sistemas de mísseis russos S-400, ignorando os alertas e sanções de Washington, segundo o jornal The Wall Street.

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