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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Israel continuará 'renovando e fortalecendo' instalações nucleares devido a ameaças do Irã

Governo israelense mostra vontade de continuar "renovando e fortalecendo" suas instalações nucleares em resposta às ameaças provenientes do Irã, segundo assegurou o chefe da Comissão Israelense para a Energia Atômica, Zeev Snir.


Sputnik

De acordo com Snir, que discursava na conferência geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), a parte israelense "não pode ignorar as ameaças repetidas e inequívocas por parte do Irã e de seus fantoches sobre ataques contra instalações nucleares de Israel".

Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, apresentando materiais sobre o suposto programa nuclear iraniano em Tel Aviv
Benjamin Netanyahu © AP Photo/ Sebastian Scheiner

"Essas ameaças escandalosas exigem que Israel tome medidas e continue a proteger e defender suas instalações nucleares. Para sermos capaz de repelir qualquer ataque, esses objetos são frequentemente sujeitos a modernização e reforço de acordo com as instruções de segurança da AIEA", declarou.

No mês passado, cientistas nucleares israelenses discutiram estudos revelando o que aconteceria se um míssil atingisse um dos reatores. De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Nuclear Engineering and Radiation Science no ano passado, um míssil Scud caindo a 35 metros do reator poderia causar danos à sua cúpula de proteção e interromper os sistemas de controle responsáveis por operá-lo e resfriá-lo.

As relações entre Israel e o Irã estão tensas devido às acusações de Tel Aviv de que Teerã não teria reduzido seu programa nuclear. Além disso, o Estado israelense também critica a suposta retórica hostil do Irã em apoio ao governo sírio e ao movimento Hezbollah libanês, que já entrou em confronto com Israel.

Vale destacar que as autoridades iranianas, por suas ambições nucleares, expansão regional e retórica anti-israelense, foram rotuladas pelos israelenses como ameaça número um para a segurança nacional.

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