Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Marinha do Brasil inicia série de operações conjuntas intercontinentais

A Marinha do Brasil iniciou na África do Sul a primeira de uma série de operações que visa ao aprimoramento operacional e a troca de experiência com armadas de países de três continentes.


Sputnik

Desde 31 de agosto e até 20 de setembro, militares brasileiros participam da 11.ª edição da Operação Atlasur. Em entrevista à Sputnik Brasil, o encarregado da Divisão de Adestramento e Emprego de Meios do Comando de Operações Navais, capitão-de-mar-e-guerra Rogério Salles, afirmou que a operação visa à manutenção da segurança do Atlântico Sul junto à comunidade marítima.

Submarino da Marinha brasileira da classe tupi (arquivo)
© Foto : Marinha do Brasil/Divulgação

"A Operação Atlasur tem por objetivo realizar operações combinadas com as marinhas da África do Sul, da Argentina e do Uruguai, de modo a contribuir para a interoperabilidade entre as forças e a manutenção da segurança do Atlântico Sul junto à comunidade marítima, além de fortalecer laços de amizade entre os países participantes", explica o oficial.

Essa é a primeira ação do efetivo liderado pela Corveta Barroso, um helicóptero com destacamento aéreo embarcado e um uma equipe de mergulhadores de combate, totalizando, segundo a corporação, um número de aproximadamente 180 militares.

Durante a operação haverá integração da Marinha brasileira com a dos outros países "principalmente durante a condução dos exercícios, ocasião em que os navios participam de diversas operações e ações de guerra naval, atuando como uma força combinada e com um objetivo comum", destaca o capitão.

Após o termino da Operação Atlasur, o efetivo seguirá para o porto de Maputo, em Moçambique, onde participará de eventos programados da política externa brasileira, em apoio à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).

A Corveta Barroso finaliza essa série de operações da Marinha do Brasil participando da Operação Ibsamar, que ocorre bianualmente, desde 2008, com a participação das marinhas da Índia e da África do Sul. Neste ano, os exercícios serão realizados em 1 e 13 de outubro, na costa sul-africana, e serão empregados os portos sede de Simon’s Town e Cape Town, na África do Sul.

Segundo o capitão-de-mar-e-guerra Rogério Salles, o objetivo desta ação, que envolve navios, submarinos, aeronaves e tropas das três armadas, é promover a interoperabilidade entre as marinhas.

"O objetivo principal da operação é promover a interoperabilidade entre as marinhas e a troca de conhecimentos profissionais, elevando a confiança entre as nações e contribuindo para a segurança da região oceânica de interesse dos países. Representa o aspecto marítimo do Fórum de Diálogo IBAS", afirma o oficial.

Durante a operação, serão realizados exercícios característicos de guerra naval, atividades de emprego limitado da força e atividades benignas, como, por exemplo, operações de ataque, interdição marítima, proteção do tráfego marítimo, especiais, de esclarecimento, antissubmarino, contra ameaças assimétricas, dentre outras.

Para Salles, essa série de operações é importante para a troca de conhecimentos profissionais entre os militares.

"A troca de conhecimentos profissionais e informações decorrente de uma operação multinacional incrementa a interoperabilidade entre as marinhas envolvidas. Além disso, promove o aumento da confiança mútua entre as nações e, consequentemente, aumenta a segurança da comunidade marítima no Atlântico Sul", destaca o capitão.

Anualmente, a Marinha do Brasil participa de várias operações em conjunto com outras forças navais. Entre elas, destacam-se Unitas Amphibious e Atlântico, Fraterno, Bracolper, Obangame Express, Caribex e Platina.

Comentários

Postagens mais visitadas