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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Militares chineses desejam adquirir experiência de combate em manobras com Rússia

O Exército chinês é considerado uma das maiores forças militares do mundo, porém não possui experiência em combate moderno, pois não se envolveu em nenhuma operação militar desde o conflito com o Vietnã em 1979.


Sputnik

Segundo disseram especialistas em entrevistas ao jornal South China Morning Post, a participação da China nas manobras russas Vostok 2018 é "uma oportunidade rara para aprender". Para essas manobras, a China enviará aproximadamente 3.200 militares, 1.000 veículos de combate e 30 aeronaves.

Soldados chineses gritando slogans enquanto o presidente Xi Jinping inspeciona o Exército de Libertação Popular, em 30 de junho de 2017
Militares chineses © AP Photo / Kin Cheung

Nas manobras Vostok 2018 a China pretende estudar a experiência tática e estratégica acumulada pela Rússia no conflito sírio, já que o Exército chinês não entra em combate há décadas. A Rússia, por sua vez, compartilhará pela primeira vez com um parceiro algumas de suas instruções militares utilizadas depois de analisado o conflito sírio.

A participação chinesa das manobras russas envolve diversos objetivos políticos de ambos os lados, pois ao aceitar o convite a China estaria enviando uma mensagem de apoio diplomático ao presidente russo. Além disso, para a Rússia essas manobras servirão como resposta aos planos da OTAN e da União Europeia que envolvem a criação de um "Schengen militar" com o objetivo de combater a Rússia na Europa, opinou Zhou Chenming, especialista em temas militares.

Outro objetivo das manobras Vostok seria demonstrar o alto nível de cooperação entre a Rússia e a China, que os EUA consideram como seus "rivais", alegou Jonathan Holslag, da Universidade Livre de Bruxelas.

Entretanto, conforme foi afirmado pelo porta-voz do Ministério da Defesa da China, Wu Qian, as manobras visam fortalecer e desenvolver relações de cooperação estratégica abrangente entre a Rússia e a China, bem como aprofundar a cooperação pragmática amistosa entre as forças armadas dos dois países e não é dirigida contra terceiros.

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