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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Motor de F-35C ingere cesta de reabastecimento em voo sobre o mar

Um F-35C Lightning II Joint Strike Fighter voando a partir do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN-72) foi danificado durante um exercício de reabastecimento aéreo, no primeiro grande acidente de voo para a versão embarcada do JSF.


Poder Aéreo

O motor de um F-35C do Strike Fighter Squadron (VFA) 125 foi danificado enquanto o avião recebia combustível de um F/A-18F Super Hornet do Esquadrão VFA-103 em 22 de agosto, confirmaram oficiais da Marinha dos EUA ao USNI News. Os detritos de uma cesta de reabastecimento aéreo foram ingeridos pela entrada do motor do F-35C, resultando em danos, disse o porta-voz da Naval Air Forces Atlantic, o comandante Dave Hecht na terça-feira.

Um F/A-18F Super Hornet reabastecendo um F-35C
Um F/A-18F Super Hornet reabastecendo um F-35C

Ambos os caças foram capazes de pousar com segurança – o Super Hornet voou para a Estação Naval Oceana, na Virgínia, enquanto o F-35C retornou para o porta-aviões Lincoln. Nenhum ferimento foi relatado e o incidente está atualmente sob investigação, disse Hecht.

Os danos ao F-35C foram relatados como um acidente de Classe A – o tipo mais grave de uma aeronave militar. Uma ocorrência é classificada como Classe A quando uma aeronave sofre mais de US$ 2 milhões em danos, é totalmente destruída ou envolve um ferimento grave ou fatal à tripulação. Os danos ao F-35 estavam acima do limite de US$ 2 milhões, disse Hecht. Um novo motor F135 para o JSF custa cerca de US$ 14 milhões, de acordo com o mais recente contrato para a fabricante de motores Pratt & Whitney.

O Super Hornet também foi danificado, mas foi relatado como um acidente de Classe C porque não houve feridos e o custo total estimado de danos à aeronave está entre US$ 50.000 e US$ 500.000, disse Hecht.

O F-35C estava voando em um evento de teste de ala aérea integrada a bordo do porta-aviões Lincoln que autoridades da Marinha descreveram como uma validação de como a aeronave opera e é mantida e sustentada no mar. Este primeiro teste operacional no mar para o F-35C, sendo lançado e recuperado ao lado de Super Hornets, E-2D Advanced Hawkeyes e C-2A Greyhounds, é um primeiro vislumbre de como será a futura ala aérea embarcada quando o F-35C alcançar a capacidade operacional inicial e for mais amplamente implementado.

O teste ofereceu à Marinha uma maneira de avaliar quão bem o F-35 “integra-se ao navio, como ele interopera com comunicações, enlaces de dados, outras aeronaves, e então como conduzimos a missão e conectamos as outras aeronaves que estão conduzindo missão e quanto eles são eficazes quando o fazem”, explicou o vice-almirante Dale Horan, diretor da Joint Strike Fighter Fleet Integration para a Marinha, a repórteres durante um evento de mídia na semana passada a bordo do Lincoln.

Os F-35Cs operando no Lincoln eram do VFA-125, um esquadrão de substituição de frota, e o VFA-147, um esquadrão operacional. Ambos são baseados na Naval Air Station Lemoore, Califórnia.

A Marinha espera alcançar a capacidade operacional inicial (IOC) para o F-35C em fevereiro de 2019. Antes de atingir a IOC, porém, o F-35C tem que realizar um evento inicial formal de teste e avaliação no mar, que deverá ocorrer no outono. A Marinha também terá que mostrar que pode tripular, treinar, equipar e operar 10 caças F-35C no mar, além de estabelecer uma rede de apoio apropriada para fornecer peças e pessoal, antes de declarar o IOC.

FONTE: USNI News

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