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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

MRE da Rússia: EUA tentam prolongar artificialmente conflito na Síria salvando terroristas

Os Estados Unidos estão tentando prolongar artificialmente o conflito na Síria salvando terroristas e preservando sua presença ilegal no país árabe, declarou a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova.


Sputnik

A chancelaria russa apontou a tensão crescente na província síria de Idlib devido à alta concentração de militantes.

Jihadistas de Frente al-Nusra affiliada a Al-Qaeda entram na cidade de Aleppo no norte da Síria
Terroristas da Frente al-Nusra na Síria © AFP 2018 / AMC / FADI AL-HALABI

"A tensão na Síria e em torno dela está crescendo, a situação mais complicada está em Idlib, onde se pode notar escalada de tensões devido à alta concentração de terroristas", disse Zakharova.

Segundo a diplomata, os militantes em Idlib estão se preparando para uma ofensiva a Aleppo e Hama e uma defesa duradoura.

"Os militantes estão tomando medidas ativamente para centralizar o comando, preparar-se para uma defensiva duradoura, estão eliminando líderes de grupos de oposição, bem como treinam opções de ofensivas em direção a Aleppo e Hama", acrescentou Zakharova.

Segundo a chancelaria, estes preparativos têm por objetivo mudar a situação na Síria que no último ano e meio "mudou de direção rumo à regulação e estabilização" e por trás disso está o desejo dos EUA de preservar sua presença no país árabe.

"Vimos nestas ações de Washington uma tentativa de prolongar artificialmente o confronto e derrame de sangue fratricídio na Síria salvando terroristas ligados à Al-Qaeda [grupo terrorista proibido na Rússia]", ressaltou.

Vários territórios ao redor da cidade de Idlib estão ocupados agora por membros de grupos terroristas diferentes que eventualmente atacam posições do exército sírio.

As tensões na região aumentaram em meio às informações da mídia ocidental apontando possível ataque químico das forças governamentais sírias. O Ministério da Defesa russo, por sua vez, comunicou em várias ocasiões sobre sinais de encenação de um ataque químico na província orquestrado por militantes com a ONG Capacetes Brancos.

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