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Avibras encomenda mais sistemas Fieldguard 3 à Rheinmetall

A Rheinmetall Air Defense recebeu um pedido de mais um sistema de telemetria Fieldguard 3 da Avibras do Brasil, anunciou a empresa em 17 de maio.
Forças Terrestres

O Fieldguard é um sistema de controle de tiro ativo que mede a trajetória dos projéteis para assegurar máxima precisão ao engajar os alvos.

O cliente final está expandindo sua capacidade por dois sistemas adicionais, com a Rheinmetall atuando como subcontratada da Avibras, a contratada geral no âmbito do contrato do Astros 2020.

O sistema de telemetria Fieldguard 3 pode cobrir alcances de até 100 km.

Navios de guerra da OTAN se aproximam da Síria

Navios de combate do Segundo Grupo Naval Permanente da OTAN (Standing NATO Maritime Group 2) se deslocaram para mais perto das fronteiras da Síria, segundo indicam os dados de monitoramento das forças navais ocidentais.


Pars Today


Em particular, agora a região leste do Mediterrâneo está sendo patrulhada pela fragata da Marinha canadense HMCS Ville de Quebeс, pelo navio da Marinha grega Elli e pela fragata da Marinha holandesa HNLMS De Ruyter, sendo esta última o navio-almirante do grupo.

Resultado de imagem para HNLMS De Ruyter
HNLMS De Ruyter F804 | Reprodução

Segundo a mídia russa, a informação sobre o deslocamento dos navios foi confirmada pelo capitão da fragata neerlandesa.

Além dos navios mencionados, na região já estão deslocados três destróieres norte-americanos (USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill) assim como o navio-almirante da 6ª Frota dos EUA, USS Mount Whitney. As águas também estão sendo patrulhadas por ao menos três submarinos nucleares estadunidenses da classe Los Angeles. Segundo observadores ocidentais, o armamento do atual grupo naval dos EUA no Mediterrâneo inclui mais de 200 mísseis de cruzeiro Tomahawk.

Mais cedo, perto da costa síria foi notado o submarino nuclear HMS Talent da Marinha britânica, equipado com 10 mísseis Tomahawk.

A Defesa russa comunicou sobre o aumento da força naval dos EUA no Mediterrâneo ainda no fim de agosto. Segundo militares russos, os Estados Unidos estariam planejando aproveitar uma provocação com alegadas armas químicas para depois atacar a Síria.

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