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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Oficial nega terrorismo em Ahvaz e Irã exige explicações dos Emirados Árabes Unidos

O Ministério das Relações Exteriores do Irã conclamou o embaixador dos Emirados Árabes Unidos (EAU) para protestar contra declarações de um oficial do país acerca do atentado terrorista cometido em Ahvaz, disse neste domingo (23) Bahram Qassemi, porta-voz da chancelaria do Irã.


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O ataque terrorista ocorreu no sábado (22), quando militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 28 pessoas e ferindo outras 60. O grupo Movimento Democrático Patriótico Árabe, ligado ao sauditas, assumiu a responsabilidade pelo ataque.

Atentado terrorista em Ahvaz, no Irã | Reprodução

De acordo com um comunicado publicado pelo ministério iraniano o enviado dos EAU foi criticado pela declaração de Abdulkhaleq Abdulla, ex-conselheiro do príncipe herdeiro Mohammed bin Zayed al Nahyan. Ele teria afirmado em sua conta no Twitter que o ataque não teria sido de terrorismo, pois seus alvos foram militares.

"Após as declarações absurdas feitas por um conselheiro político dos Emirados sobre o ataque terrorista de Ahvaz, o departamento político do Ministério de Relações Exteriores do Irã convocou o chanceler do país árabe e expressou o protesto da República Islâmica sobre essa o insulto dessa declaração absurda", afirmou Qasemi, de acordo com o comunicado divulgado no site de seu ministério.

Mais cedo neste domingo (23), o ministério iraniano também convocou os embaixadores da Dinamarca e da Holanda para expressar o protesto do país devido ao fato de que ambos os países teriam recebido membros do grupo terrorista. O embaixador britânico também foi convocado devido ao fato de o porta-voz do grupo terrorista ter assumido a responsabilidade do ataque através de uma mídia de Londres.

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